segunda-feira, 24 de julho de 2017

13 dicas surpreendentes que podem salvar a sua vida

1 – Para se manter quente, é preciso estar seco

Em ambientes frios, é fundamental garantir que a temperatura do seu corpo não caia rapidamente, certo? Por isso, prefira roupas feitas de lã no lugar das feitas de algodão. O motivo está no fato de que a lã absorve menos umidade do seu corpo e, por isso, fica mais seca – roupas de algodão, como meias, tendem a ficar úmidas e geladas mais depressa.

2 – Comer neve não vai te deixar hidratado

A não ser em situações extremas, não é inteligente que você coma neve acreditando que está fazendo tão bem para o seu corpo como se tivesse tomando água. O motivo está no fato de que seu corpo vai precisar gastar muita energia para transformar o gelo em água, e a não ser que seja extremamente necessário não vale a pena fazer tanto esforço para isso.

3 – Se o avião no qual você estiver pousar na água, espere um pouco antes de inflar seu colete

É natural que nosso primeiro impulso em uma situação de emergência grave, como a que faz um avião pousar na água, seja inflar o colete salva-vidas, certo? O problema é que isso não é exatamente uma boa ideia. Se for necessário correr para fora da aeronave ou em direção à cabine, a flutuabilidade do casaco vai tornar essa tarefa muito mais difícil. Primeiro, nade em direção a uma saída de emergência e infle o colete apenas depois de já ter saído da aeronave.

4 – É possível realizar a manobra de Heimlich em si mesmo

Se você se afogar com algum alimento que ficou preso em sua garganta e não tiver ninguém por perto, feche a sua mão mais forte e a posicione abaixo da sua caixa torácica, logo acima do umbigo. Depois, coloque a palma da outra mão sobre o punho para poder empurrar a mão com mais força.
Em seguida, movimente o punho fechado para dentro do diafragma, em direção à parte superior do seu estômago. Repita várias vezes até que o objeto preso na sua garganta seja deslocado.

5 – Sempre leve anti-histamínicos na sua bolsa quando for conhecer algum lugar novo

É fundamental estar prevenido na hora de desbravar o mundo (especialmente em acampamentos e atividades semelhantes). Como nunca sabemos se vamos encontrar algo que nos dê alergia, ter anti-histamínicos pode salvar a nossa vida.

6 – Os limites do seu corpo seguem uma regra de três, sabia?

Não exatamente como aquela que você aprendeu nas aulas de matemática, mas funciona assim: as pessoas geralmente conseguem ficar três minutos sem respirar, três horas expostas em ambientes climáticos extremos, três dias sem água e três semanas sem comida.

7 – E se a panela com óleo de cozinha pegar fogo?

Nunca use água para resolver qualquer incêndio provocado por gordura, já que as moléculas do líquido vão para o fundo do recipiente quente, evaporam rapidamente e provocam chamas ainda maiores. O melhor é desligar a boca do fogão que está esquentando a panela e cobri-la com outra panela, para que o fogo acabe por falta de oxigênio.

8 – Se você for esfaqueado, não retire a faca do local

Por mais agoniante que seja, fique com o objeto até chegar ao hospital. Puxar uma faca ou algo afiado que tenha entrado na sua musculatura só vai fazer com que você perca mais sangue. O ideal é cobrir o local e buscar ajuda médica imediatamente.

9 – Informações úteis sobre acidentes aéreos

80% dos acidentes aéreos acontecem nos três primeiros minutos após a decolagem ou nos oito minutos antes da aterrissagem. Nesses momentos específicos, redobre a atenção e localize as saídas de emergência da aeronave.

10 – A maioria das mortes em incêndio não são por queimaduras

O problema maior é que as pessoas acabam respirando muita fumaça. Por isso, se estiver no meio de um incêndio, se jogue ao chão até conseguir sair para evitar que isso aconteça.

11 – Se você se perder, procure uma cerca

A cerca quase sempre vai conduzir você até a entrada de uma estrada ou de uma propriedade. Vale também seguir alguma correnteza, já que ela sempre vai para baixo e certamente chegará a um grande afluente.

12 – Precisa armazenar água temporariamente?

Uma boa saída para armazenar água é usar preservativos, e o motivo está no fato de que esses itens são incrivelmente elásticos e servem como bexigas resistentes capazes de segurar até um galão de água. O inverso também vale: se a ideia é proteger itens do contato com a água, como fósforos e telefones, envolva esses objetos em camisinhas.

13 – Driblando o viés da normalidade

O viés da normalidade é um fenômeno psicológico que faz com que pessoas deixem de tomar alguma atitude em momento de alerta por acreditarem que tudo ficará bem. Essa crença as paralisa por alguns instantes e isso pode ser bastante prejudicial.
A dica, portanto, é localizar saídas de emergência sempre que entrar em um local novo, como uma sala de cinema ou uma balada. Assim, se por ventura algo acontecer, você acabará sendo mais ágil e irá direto para a saída.
Reprodução: Megacurioso

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sábado, 22 de julho de 2017

Cientista da imortalidade está a caminho do Brasil

Você já pensou em viver para sempre? Parece ficção científica, mas para Aubrey de Grey, cientista e pesquisador inglês, isso é muito possível. Conhecido como “cientista da imortalidade”, o biomédico gerentologista — com PhD pela Universidade de Cambridge — afirma que os seres humanos podem viver por mil anos.
A seu ver, o envelhecimento pode ser perfeitamente evitável, pois ele consiste em um conjunto de mudanças moleculares e celulares acumuladas e, eventualmente, patogênicas em nossos corpos. A receita da longevidade seria um trabalho contínuo de reparo e manutenção: removendo precocemente os primeiros sinais de envelhecimento do corpo antes que eles se acumulem e causem prejuízos ao organismo.
Para Aubrey, as novas tecnologias, como o uso da terapia de células-tronco, podem ser usadas para tratar doenças e parar o envelhecimento. De Grey calcula que há 50% de possibilidade de as terapias necessárias para reter o envelhecimento estarem disponíveis dentro de 25 anos. 
Suas ideias parecem audaciosas, mas, em 2005, o MIT — Instituto de Tecnologia de Massachusetts — ofereceu um prêmio de 20 mil dólares a qualquer cientista que pudesse demonstrar a ineficácia das pesquisas do britânico e, até hoje, ninguém conseguiu.
Atualmente, o cientista está à frente da Fundação SENS, ONG californiana que patrocina e financia pesquisas de rejuvenescimento científico.  Dono de um visual excêntrico, ele está de malas prontas para o Brasil para divulgar suas ideias em uma palestra no FIRE 2017, que ocorrerá entre os dias 16 e 17 de agosto em Belo Horizonte.
Reprodução: Megacurioso
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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Praias francesas são cobertas por diversas "coisas" bizarras



As "coisas" apareceram de repente em diversas praias da Côte d'Opale, uma região litorânea que fica no norte da França e, visualmente falando, as “coisas” se parecem com esponjas ou pedaços disformes de espuma ou isopor. No entanto, segundo Brigit Katz, do site Smithsonian.com, pessoas que se atreveram tocar esses estranhos flocos disseram que eles tinham consistência quebradiça e são oleosos ao toque.

“Coisas”

Os objetos começaram a aparecer durante a última semana e foram registrados em diversas praias, incluindo as de Wimereux La Slack, Equihen-Plage, Le Portel, Hardelot e Le Touquet, todas muito visitadas nessa época do ano, que corresponde ao verão europeu. Como ninguém sabia do que os tufos eram feitos, as autoridades francesas alertaram a todos que não tocassem as estranhas aparições até que amostras fossem devidamente analisadas.
Contudo, como a Côte d'Opale se encontra às margens do Canal da Mancha — situado entre a França e a Inglaterra —, onde o tráfego de embarcações é bastante intenso, é óbvio que as suspeitas logo se voltaram à possibilidade de que as “coisas” poderiam consistir em algum tipo de material ou poluente liberado por algum navio que passou pela região.
A suspeita foi confirmada depois que testes revelaram que os objetos nada mais eram que pedaços de parafina. De acordo com Tia Ghose, do site Live Science, esse material é um derivado do petróleo que, além de ser usado na fabricação de uma grande variedade de produtos, como velas, cosméticos e gizes de cera, tem inúmeras propriedades, entre elas, lubrificante, isolante e anticorrosivo, por exemplo.
Contudo, como a Côte d'Opale se encontra às margens do Canal da Mancha — situado entre a França e a Inglaterra —, onde o tráfego de embarcações é bastante intenso, é óbvio que as suspeitas logo se voltaram à possibilidade de que as “coisas” poderiam consistir em algum tipo de material ou poluente liberado por algum navio que passou pela região.
A suspeita foi confirmada depois que testes revelaram que os objetos nada mais eram que pedaços de parafina. De acordo com Tia Ghose, do site Live Science, esse material é um derivado do petróleo que, além de ser usado na fabricação de uma grande variedade de produtos, como velas, cosméticos e gizes de cera, tem inúmeras propriedades, entre elas, lubrificante, isolante e anticorrosivo, por exemplo.
Reprodução: Megacurioso
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domingo, 9 de julho de 2017

Cientistas descobrem que memórias podem ser passadas de geração para geração pelo DNA

Pesquisadores da Emory University de Atlanta, nos Estados Unidos, acreditam que as memórias possam ser passadas de geração para geração por meio do DNA. Essa condição poderia explicar, por exemplo, por que algumas pessoas da mesma família têm medo das mesmas coisas, como uma espécie de herança das fobias de seus antepassados.

É de conhecimento geral que as memórias são fruto das nossas experiências e vivências pessoais. Contudo, é possível que essas memórias sejam repassadas às próximas gerações como uma forma de ensinamento. Para os cientistas, algumas informações podem realmente ser transferidas pelos genes.

O que diz o estudo realizado em Atlanta?

De acordo com o estudo realizado pela Escola de Medicina da Emory University de Atlanta, a transferência genética de memórias acontece durante um processo que interfere nos genes em algumas experiências. Os estudos mostraram que isso ocorre principalmente em situações traumatizantes, que podem ser repassadas para as próximas gerações.

Neste estudo, os pesquisadores treinaram ratos para que eles ficassem traumatizados ao sentirem o cheiro de cerejas. Para isso, os animais foram submetidos a choques elétricos sempre que entravam em contato com o odor de cereja.

Após esses ratos se reproduzirem, os filhotes foram expostos ao mesmo cheiro de cereja e, surpreendentemente, eles demonstraram reações de medo ao contato com este odor, mesmo sem terem experimentado qualquer efeito negativo relacionado ao cheiro. A mesma reação também foi percebida em outras gerações dos animais.



Durante este processo de condicionamento, o cérebro do grupo exposto ao choque elétrico apresentou uma mudança química e estrutural na área responsável pela detecção de odores. Esta mesma condição foi percebida até a terceira geração destes ratos. Segundo os pesquisadores, ocorreram mudanças no cérebro e no DNA dos animais.

O resultado da transmissão da fobia de geração para geração aconteceu pela programação do DNA, que se alterou para apresentar aos filhotes os traumas vivenciados por seus antecessores. O resultado apontou uma firme evidência de que a transmissão biológica de memórias é possível.

Pesquisas como esta são extremamente importantes para que os cientistas consigam entender melhor a mente humana e possam sugerir novos tratamentos e abordagens para algumas doenças.

O estudo mostra que nosso DNA tem a capacidade de carregar lições e memórias de nossos antepassados, e pode ser um caminho para novos estudos nos campos da neuropsiquiatria, da obesidade, do diabetes e de outros distúrbios metabólicos que atingem várias gerações em uma mesma família.
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Cientistas descobrem por que as viagens espaciais podem cegar os astronautas

Cientistas descobriram uma síndrome que está causando uma miopia intratável e que persiste por meses nos astronautas que estão na Estação Espacial Internacional. Em muitos casos, os problemas de visão continuam mesmo depois que os astronautas retornam à Terra.

O problema é tão sério que dois terços dos astronautas relatam ter a visão deteriorada depois de passar um tempo em órbita. Segundo os cientistas, essa perda de visão a longo prazo pode estar sendo causada por uma condição denominada síndrome de pressão intercraniana de comprometimento visual, causada pela falta de gravidade no espaço.




De acordo com a NASA, esse problema pode ser prejudicial para as perspectivas do homem de chegar a Marte. A preocupação dos pesquisadores é que essa síndrome possa causar a perda completa da visão, levando os astronautas à cegueira em situações de permanência prolongada no espaço.


Como a visão dos astronautas está sendo afetada pela falta de gravidade?


O astronauta Scott Kelly foi o primeiro profissional dos Estados Unidos a passar um ano inteiro no espaço. Ele afirmou que foi forçado a usar óculos de leitura durante o tempo em que permaneceu na Estação Espacial.

John Phillips, que também passou um tempo na Estação Espacial Internacional (ISS) em 2005, voltou à Terra com visão embaçada.

A NASA já suspeitava que a síndrome de pressão intercraniana de comprometimento visual fosse causada pela microgravidade da ISS, o que aumentava a pressão nas cabeças dos astronautas, fazendo com que cerca de 2 litros de fluido vascular se deslocassem para seus cérebros. Eles dizem que a pressão é responsável pelo achatamento dos globos oculares e pela inflamação de nervos ópticos.

"Na Terra, a gravidade puxa os fluidos corporais para baixo, em direção aos pés. Isso não acontece no espaço. Por isso, o fluido extra no crânio pode aumentar a pressão sobre o cérebro e a parte de trás do olho", disse a pesquisadora Shayla Love.

O que dizem os estudos realizados na Terra?

Uma equipe da Universidade de Miami realizou o primeiro estudo para realmente testar a hipótese de que a falta da gravidade esteja causando os problemas de visão nos astronautas.

Os pesquisadores compararam as varreduras cerebrais de sete astronautas que passaram muitos meses na Estação Espacial Internacional. A conclusão foi que os astronautas de longa duração tinham significativamente mais líquido cefalorraquidiano (LCR) em seus cérebros do que os astronautas que fizeram viagens curtas. Essa seria, então, a causa principal da perda de visão.


Segundo os cientistas, em circunstâncias normais, esse líquido é importante para amortecer o cérebro e a medula espinhal, além de distribuir nutrientes pelo corpo, mas em uma situação de microgravidade ele começa a vacilar e provoca mudanças de pressão.

Com base nas varreduras de ressonância magnética de alta resolução os pesquisadores concluíram que o acúmulo desse líquido leva a deformações globais da vista e à síndrome da deficiência visual. Os resultados foram apresentados na reunião anual da Sociedade Radiológica da América do Norte, que ocorreu em Chicago.

Como isso pode comprometer a exploração espacial?

Até hoje, poucos astronautas passaram mais do que um ano inteiro no espaço. Para chegar a Marte, por exemplo, eles precisariam ficar mais de 18 meses em órbita, o que poderia levar a sérias complicações de visão.

Atualmente, a NASA não conta com soluções para tratar ou prevenir a acumulação de fluido no cérebro dos astronautas. Sendo assim, para colocar em prática qualquer viagem ou tentativa de colonização em Marte, muitos astronautas precisariam estar dispostos a se sacrificar e até morrer por essa causa.

Além dos problemas de visão, o espaço também causa outras mudanças negativas nos corpos dos astronautas, como a deterioração de sua massa muscular, entre outras condições.

Reprodução: Sitedecuriosidades
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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Os remédios contra a depressão podem ajudar a criar novas células cerebrais

A depressão sempre é um assunto muito delicado, afinal, muita gente não compreende exatamente o que se passa na cabeça de alguém que está enfrentando esse problema. Ainda precisamos discutir e entender os motivos que levam a um quadro depressivo, além dos efeitos em longo prazo dos remédios usados nos tratamentos.
Pensando nisso, uma equipe de pesquisadores portugueses resolveu analisar os efeitos do medicamento clozapina, um dos primeiros antipsicóticos a ser comercializado. De acordo com esses cientistas, que fizeram análises em ratos de laboratório, a clozapina foi capaz de estimular o crescimento de novas células no cérebro, ajudando, com isso, a superação de um quadro depressivo.
Além da clozapina, outros remédios populares, como o Prozac e o haloperidol, também foram usados nessa pesquisa. Os ratinhos eram submetidos a situações angustiantes, principalmente com a privação ou a dificuldade de acesso a água e comida. Eles também enfrentaram alteração no ciclo circadiano, com o uso de luzes estroboscóbicas para atrapalhar o sono dos bichos.
Depois dos quadros estressantes e traumáticos, os ratos foram divididos em grupos para receber os antidepressivos. Os pesquisadores queriam saber o nível de prazer e de desespero demonstrado pelos ratos depois da medicação. O prazer era quantificado pelo volume de água com açúcar que os animais consumiam após as privações.
Já o desespero era analisado em uma situação realmente agoniante: ratos que estavam em tanques com água se sentiam mais combalidos a lutarem pela vida depois de algumas medicações, enquanto o quadro depressivo os levava a desistir de nadar e esperar a morte.
O estudo mostrou que a depressão forma neurônios mais curtos e com menos conexões, algo que é revertido principalmente pelo fármaco clozapina. Por outro lado, o haloperidol funcionou como um efeito mais sedativo, sem, de fato, criar uma reação de luta por sobrevivência, principalmente nos ratos que estavam na água. Essa pesquisa pode indicar caminhos para aprimoramentos dos remédios que já existem no mercado.
Reprodução: Megacurioso

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domingo, 2 de julho de 2017

Qual é o melhor: remédios à base de opiáceos ou feitos de maconha?

Os medicamentos à base de maconha medicinal ainda estão engatinhando na indústria farmacêutica, mas já fazem sucesso com quem precisa deles para aliviar as dores. Uma pesquisa mostrou que 93% das pessoas que necessitam de alguma medicação para isso preferem remédios feitos com a cannabis.
O estudo foi comandado pela Universidade da Califórnia em Berkeley e pela Universidade de Kent, ambas dos EUA, e ouvi quase 3 mil pacientes que trataram de dores crônicas tanto com opiáceos quanto com maconha medicinal. Os resultados mostraram que 97% das pessoas diminui a quantidade de remédios feitos com ópio quando também estão tratando a dor com a maconha.
Além disso, 89% das pessoas relataram efeitos colaterais incômodos para o uso dos opiáceos, como náuseas e constipação – esses efeitos são raramente vistos quando a doença é tratada com a cannabis.
Outro detalhe é que ao menos 100 pessoas por dia, nos Estados Unidos, morrem por altas dosagens de medicamentos opiáceos, como a morfina e a codeína. Como algumas dores permanecem, os pacientes acabam se automedicando sem saber os limites seguros para o uso dessas substâncias. Já com a maconha medicinal ainda não foram relatados casos de superdosagem. 
Reprodução: MegaCurioso
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quinta-feira, 29 de junho de 2017

Descubra 4 curiosidades que você talvez desconheça sobre os cravos

Quem nunca espremeu um — ou muitos! — cravos, especialmente durante a adolescência? Mas o que você sabe sobre esses pontinhos brancos ou negros, além do fato de eles serem persistentes, ligeiramente desagradáveis e insistirem em aparecer na pele? O pessoal do site Mental_Floss conversou com a dermatologista Sandra Lee, que se tornou uma celebridade após começar a postar vídeos removendo cravos e espinhas no YouTube, para tirar dúvidas, e você pode conferir algumas curiosidades a seguir:

1 – Nome científico

Segundo Sandra, embora todo mundo conheça os pontinhos como cravos, os termos médicos usados em referência a eles são “comedão aberto”, no caso dos pontos negros, e “comedão fechado”, no caso dos brancos. A palavra comedão, aliás, tem sua origem no vocábulo em latim comedere, que significa “comer”, e era usada antigamente para designar vermes parasitas.
Quem decidiu aplicar o termo para nomear os cravos foi um cara chamado C. H. Fagge que, em 1866, descreveu os pontos negros como uma “massa pastosa e amarelada, com a ponta negra e parecida com um verme que, em algumas pessoas, pode ser expelida dos folículos pilosos quando pressionada”.

2 – Os pontos não tem a ver com sujeira

De acordo com Sandra, os cravos nada mais são do que poros cheios de material. Mas, apesar de muita gente sentir nojinho deles e pensar que eles sejam bichinhos ou compostos por sujeira, a dermatologista explicou que os comedões são formados por minúsculos fragmentos de pele e sebo que vão se acumulando no poro.
No caso dos comedões abertos, eles ficam pretinhos porque sofrem oxidação em contanto com o ar, enquanto que os fechados, por estarem cobertos por uma fina camada de pele, permanecem brancos. A especialista também explicou que, quando esse ambiente se torna propício para a proliferação de bactérias, como a Propionibacterium acnes, por exemplo, pode acontecer de a acne aparecer.

3 – O Sol pode estimular seu surgimento

Conforme explicou Sandra, basicamente, existem duas categorias de cravos, os que são provocados pela acne durante a adolescência e que geralmente aparecem na testa, nariz e queixos, e os que aparecem devido à exposição ao Sol.
Os do segundo tipo costumam surgir em pessoas mais velhas, são resultado de anos e anos da ação dos raios solares sobre a pele e frequentemente aparecem próximo a pelos e cabelos e nas imediações dos olhos. Só a título de curiosidade, as grandes concentrações de cravos são conhecidas como Síndrome de Favre-Racouchot e, como eles se acumulam em peles menos firmes e são de maior tamanho, são bem fáceis de remover.

4 – Existem lugares à prova de cravos


pesar de os cravos serem inoportunos e aparecerem inclusive em locais pouco visíveis e acessíveis do nosso corpo — como o meio das costas e a região genital —, é necessário que haja um folículo piloso para que eles se desenvolvam. Portanto, as áreas do corpo desprovidas de pelos, como é o caso das plantas dos pés e as palmas das mãos, são à prova de cravos.

Reprodução: Diariodebiologia
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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Será que você é? Veja 10 características de uma pessoa introvertida

Quando falamos em pessoas introvertidas, acabamos associando essa denominação à ideia de uma pessoa tímida e recatada e, bem, eis aí um grande equívoco. Introvertidos correspondem a quase metade da população, então é bem provável que, ao ler este texto, você se identifique como introvertido ou, no mínimo, se lembre de alguém cuja personalidade se encaixe nas características a seguir.
De acordo com o psicólogo Brian Little, introvertidos e extrovertidos se diferem principalmente no que diz respeito à maneira como reagem às influências do ambiente onde estão. Quando algo estimula demais o sistema nervoso central dos introvertidos, o que acontece frequentemente, eles passam a se sentir exaustos e sobrecarregados, o que não tem nada a ver com timidez.
“Timidez tem a ver com o medo do julgamento social; introversão tem mais a ver com a forma como você responde a estímulos, incluindo estímulos sociais. Extrovertidos realmente requerem grandes quantidades de estímulos, enquanto os introvertidos se sentem muito mais vivos, mais ligados e mais capazes quando estão em ambientes mais quietos e moderados”, resumiu Susan Cain em sua palestra do TED Talk em 2012 sobre o tema.
De acordo com as definições do famoso psiquiatra Carl Jung, não se pode dizer que uma pessoa é 100% introvertida ou 100% extrovertida. Seres complexos que somos, temos traços desses dois espectros de personalidade e, por isso, é sempre bom conhecer melhor quais são as principais características que definem esses tipos de personalidade. Hoje, falaremos apenas do espectro introvertido. Confira mais detalhes sobre ele a seguir:
1 – Eles não curtem multidões
“Nós evoluímos de uma economia agrícola para um mundo de grandes negócios, e de repente as pessoas começaram a se mudar dos pequenos vilarejos para as cidades, e em vez de trabalhar ao lado de pessoas que elas conhecem de toda a vida, agora elas estão tendo que provar a si mesmas em meio a uma multidão de estranhos”, disse Cain em sua palestra.
Introvertidos não gostam de multidões, afinal multidões geralmente incluem muito barulho, dificuldade de locomoção e estímulos de todos os lados. Para quem é introvertido, estar em meio à multidão é o mesmo que sentir a energia vital indo pelo ralo. São indivíduos que preferem qualquer coisa a ficar em meio a um monte de pessoas.
2 – Não são bons em conversas superficiais
Extrovertidos conseguem conversar facilmente sobre a chuva que está chegando, sobre a novela nova ou sobre o congestionamento que fez na manhã de terça-feira em uma rua específica. Introvertidos sentem um tédio imenso quando se veem em meio a conversinhas desse tipo. Não quer dizer que se acham superiores, é apenas a forma como eles se sentem.
São ótimos ouvintes e adoram conversas profundas e filosóficas. Quer achar alguém para falar sobre a sua teoria a respeito do sentido da vida? Chama um introvertido que o papo está garantido.
3 – São ótimos comunicadores
Viu só? E você achando que introvertidos ficavam em casa, trancafiados em posição fetal. A verdade é que pelo menos metade das pessoas que trabalha com comunicação, inclusive com a oral, é naturalmente introvertida. Na verdade, muitas pessoas famosas e que frequentemente precisam falar em público, são introvertidas. Quer exemplos? Lá vai: Bill Gates, J.K. Rowling, Christina Aguilera, Emma Watson e Gandhi – só para citar alguns nomes.
4 – Se distraem facilmente
Se a ideia é distrair um introvertido, basta fazer com que ele se sinta superestimulado. Como são incrivelmente influenciados pelos ambientes que frequentam, introvertidos não raramente têm suas atenções interrompidas em lugares tumultuados ou com muita gente.
Para voltarem ao seu normal, precisam da paz e da tranquilidade de ambientes silenciosos, onde consigam ficar com seus pensamentos, focados em um novo livro durante horas, ouvindo música, pensando na vida e recarregando as energias. Ainda que a solidão seja vista por muitos como algo ruim, para o introvertido não apenas é uma coisa boa como extremamente necessária.
5 – Tendem a escolher profissões que exijam criatividade e solidão
Para os introvertidos, o trabalho que possibilite que cada tarefa seja realizada profundamente e que cada problema seja resolvido com a dedicação e a calma necessárias é, definitivamente, o trabalho ideal.
Profissões que envolvam escrita, ciências naturais e tecnologia costumam estar entre as mais escolhidas por esse tipo de pessoa. Por quê? Porque são áreas capazes de dar os estímulos que essas pessoas gostam sem a presença de um ambiente sobrecarregado de informações.

6 – Costumam ficar próximos à saída
Estar em ambientes lotados de pessoas é algo que faz com que os introvertidos se sintam fisicamente mal. Possivelmente sem que nem mesmo percebam, eles acabam se posicionando perto da porta de saída. Dessa forma, ficam mais calmos apenas pelo fato de que, se algo der muito errado, podem sair do ambiente rapidamente.
Essa mesma lógica se estende a outros ambientes, como aviões, teatros e afins – eles sempre escolhem os bancos que ficam ao corredor. O ideal, para eles, é nunca estar rodeados de pessoas.
7 – Não têm o hábito de falar sem pensar
Introvertidos são criaturas que dedicam muito tempo de suas vidas a pensar e raramente dizem alguma coisa sem analisar bem os impactos que isso teria. Esse tipo de comportamento é um dos que dá ao introvertido a fama de tímido, mas na verdade essa característica só quer dizer que, sim, eles falam, mas o que dizem é fruto de muita análise, não de impulsos momentâneos.
8 – Não “roubam” o humor do ambiente, como fazem os extrovertidos
Um estudo publicado em 2013 conseguiu comprovar que, diferente do que acontece com os extrovertidos, que ficam felizes em um ambiente de festa, por exemplo, os introvertidos não têm seu humor tão influenciado assim pelo lugar onde estão. É diferente da noção de que ambientes cheios os incomodam, que fique claro.
Para entender melhor essa questão, os cientistas estudaram as áreas cerebrais de recompensa de indivíduos extrovertidos e introvertidos e descobriram que essa região tem respostas diferentes em cada um dos tipos de personalidade. Enquanto os extrovertidos têm essa região ativada quando estão em um ambiente alegre, como um parque de diversões, os introvertidos não têm a mesma resposta cerebral. Pessoas naturalmente introvertidas não processam recompensas de fatores externos de maneira tão intensa como ocorre com os extrovertidos.
9 – Eles realmente não suportam falar ao telefone
Para o introvertido, uma ligação telefônica é interpretada como um alarme que o está forçando a tirar o foco do que quer que esteja fazendo para responder a alguma coisa inesperada. Além do mais, convenhamos, em conversas telefônicas há quase sempre aquele papo superficial que os introvertidos detestam. Para lidar com o problema, costumam deixar que o telefone toque e retornam a ligação quando se sentem mais bem preparados para isso.
10 – Simplesmente amam ficar sozinhos e precisam disso
Como já falamos, os introvertidos não são pessoas que se sentem bem em meio a estímulos incansáveis. Mais cedo ou mais tarde, tudo o que eles vão querer é ficar sozinhos.
“Imagine que cada um de nós tem um copo de energia disponível. Para os introvertidos, a maioria das interações sociais tira um golinho desse copo em vez de preencher o copo, como acontece com os extrovertidos. A maioria de nós gosta disso. Nós somos felizes em nos doar e amamos ver você. Quando o copo está vazio, no entanto, nós precisamos de algum tempo para enchê-lo de novo”, explicou brilhantemente Kate Bartolotta ao Huffington Post.

Por que saber de tudo isso?

Pessoas que têm um comportamento diferente dos demais geralmente são julgadas, vistas como malucas, excêntricas, “frescas” ou chatas mesmo. Eu, que me identifico com quase todos os itens acima, ouço cobranças diárias de alguns amigos, que não entendem, por exemplo, por que gosto de ficar sozinha ou por que fico quase seis meses sem pisar em uma pista de balada.
Acredito que, quando a gente conhece um pouco aquilo que é diferente do que estamos acostumados a ver, a convivência fica melhor, os conflitos diminuem e a vida segue sem tanta energia direcionada ao que nem importa. Cada um tem a sua forma de ser, e conhecer essas formas é um jeito de conviver melhor com todo mundo.
Reprodução: MundoCurioso
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