quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Milionários estão injetando sangue de adolescentes para alcançar longevidade

Mais de 100 pessoas participaram de um ensaio clínico em São Francisco, nos Estados Unidos. Neste ensaio, jovens estavam oferecendo transfusões de sangue para pacientes mais velhos. Cada procedimento custava cerca de US$ 8.000, aproximadamente R$ 24 mil.

O objetivo era injetar nos pacientes mais velhos o equivalente a dois litros e meio de plasma, o elemento líquido do sangue que permanece após a remoção de outras células. O procedimento está sendo oferecido como uma tentativa experimental de rejuvenescer os idosos. A idade média dos pacientes interessados é de 60 anos.



Jesse Karmazin, de 32 anos, cientista treinado por Stanford e fundador da clínica norte-americana, disse ao jornal “The Sunday Times” que os resultados iniciais de seus pacientes tinham sido encorajadores. Segundo ele, essa terapia poderia ajudar a melhorar a aparência e até mesmo doenças crônicas, como o diabetes, além de também ser eficiente para aprimorar a função cardíaca e a memória.



O novo tratamento está baseado em vários estudos realizados nos últimos 17 anos, em que os pesquisadores de Stanford mostraram que a união de sistemas circulatórios de ratos idosos e jovens poderia ser eficaz para rejuvenescer órgãos, músculos e células-tronco. Além disso, um outro estudo descobriu que o plasma de jovens tem sim um efeito rejuvenescedor quando injetado em mais velhos.


No entanto, apesar dos resultados dos estudos baseados em camundongos, os pesquisadores atacaram a validade científica do experimento de Karmazin e levantaram uma série de preocupações éticas. Os cientistas afirmam que não há evidência clínica do benefício dessa técnica.

Os críticos também apontaram os perigos de expor as pessoas aos riscos potenciais de transfusões de sangue, que incluem urticária, lesão pulmonar e infecções fatais. Outros argumentaram que o tratamento equivale a uma fraude.

"As pessoas querem acreditar que o sangue jovem restaura a juventude, mesmo que não tenhamos evidências de que isso funcione em seres humanos ", disse Wyss-Coray à MIT Technology Review.

Fonte: https://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/super-ricos-estao-injetando-sangue-de-adolescentes-para-alcancar-longevidade.html
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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Medicamento para refluxo pode duplicar o risco de câncer de estômago

O uso prolongado de fármacos comumente indicados para tratar o refluxo está associado a um risco maior de desenvolvimento de câncer de estomago. Segundo um estudo feito pela UCL e pela Universidade de Hong Kong, este tipo de medicamento duplica a chance de desenvolver a doença.

O estudo, publicado online, descobriu que o risco aumentou em relação à dose e à duração do tratamento com estes remédios. Vale lembrar que a presença da bactéria Helicobacter pylori é um fator de risco para o desenvolvimento do câncer de estômago.

A eliminação dessa bactéria do intestino reduz significativamente o risco de desenvolver câncer, mas uma proporção substancial das pessoas tratadas com sucesso continua a desenvolver a doença, que é hoje a terceira principal causa de morte por câncer no mundo.



"Os medicamentos são um tratamento importante da infecção por Helicobacter pylori e possuem bons registros de segurança para uso a curto prazo. No entanto, o uso desnecessário a longo prazo deve ser evitado", explicou o co-autor do estudo, Professor Ian Wong, da UCL School of Pharmacy.


Outras pesquisas recentes relacionaram o uso a longo prazo destes medicamentos com vários efeitos indesejáveis, incluindo pneumonia, ataque cardíaco e fratura óssea.

Como este estudo foi observacional, nenhuma conclusão firme pode ser extraída sobre causa e efeito. Embora os medicamentos inibidores sejam considerados seguros, os pesquisadores pedem aos médicos que tenham cuidado quando prescreverem a medicação a longo prazo. “Em 2015, os médicos da Inglaterra emitiram 56 milhões de prescrições para esses medicamentos”, disse o professor Wong.

A pesquisa publicada anteriormente encontrou uma associação entre o uso de remédios para refluxo e o aumento do risco de câncer de estômago, mas não conseguiu influenciar o papel potencial da bactéria nesse resultado. Por isso, os pesquisadores compararam o uso destes remédios com outro tipo de medicamento utilizado para amenizar a produção de ácido, chamado de antagonista dos receptores H2 da histamina (bloqueadores de H2).

Os pacientes foram monitorados em média por 7,5 anos, até a fase em que desenvolveram câncer de estômago, morreram ou o estudo foi concluído. Durante a realização da pesquisa, 3271 pessoas (5% dos participantes) tomaram os remédios inibidores por quase três anos, enquanto 21.729 pessoas tomaram bloqueadores de H2.

Ao todo, 153 pessoas (0,24%) desenvolveram câncer de estômago, e todas tinham gastrite de longa data, que é a inflamação do revestimento do estômago. Com este resultado, o uso de medicamentos para refluxo foi associado a mais do que duplicar o risco de desenvolver este câncer, enquanto o uso de bloqueadores de H2 não foi associado a um risco aumentado.

Fonte: Sitedecuriosidades
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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Razões pelo qual pessoas nasceram canhotas ou destras

Um estudo recente realizado por pesquisadores da Universidade Ruhr de Bochum (Alemanha) e publicado na revista Elife detectaram a resposta definitiva do motivo pelo qual algumas pessoas nasceram canhotas ou destras.

Por que pessoas nascem canhotas ou destras?

De acordo com o estudo realizado pela universidade alemã, a capacidade de ser canhoto ou destro se desenvolve no útero, mas a causa não é o cérebro, mas a medula espinhal. Os cientistas descobriram que, nas oito semanas de gestação, já existem diferenças genéticas marcadas entre as mãos esquerda e direita. A expressão de certos genes da medula espinhal, responsável pelo controle do movimento das pernas e braços é diferente para cada um desses grupos.

Desde a década de 1980, sabe-se que "a preferência de usar uma ou outra mão se desenvolve no útero já na oitava semana de gravidez. A partir do décimo terceiro dia após o nascimento, os bebês já escolhem sugar o polegar direito ou esquerdo”, dizem os pesquisadores. Os movimentos das extremidades das crianças são controlados pela medula espinhal, que ordena um movimento com as instruções do córtex cerebral: no entanto, essas duas partes do corpo não são comunicadas em estágios iniciais de gestação, então os pesquisadores concluem que a capacidade de usar a mão esquerda ou mão direita é determinada diretamente pela medula espinhal.


Curiosidades sobre os esquerdistas

Atualmente, entre 10 e 15% da população mundial é canhota. Enquanto há canhotos em alguns países em maiores taxas. Por exemplo, na Espanha, 12% da população são destras, enquanto no Japão apenas 2% são canhotos, e há uma maior porcentagem de pessoas canhotas nos países anglo-saxões do que no resto.

Além disso, há diferenças entre os esquerdistas: há esquerdas totais, aqueles que usam o pé, o braço, a mão, a orelha e o olho esquerdo melhor do que o direito, e as pessoas canhotas que usam algumas partes do corpo como canhotas e outros como destras.

Uma pesquisa em que participaram 1.400.000 pessoas, publicada na revista Laterality, descobriu que aqueles que usam a mão esquerda sofrem menos úlceras e artrite. Os cientistas teorizam que eles também poderiam preservar melhor a memória à medida que envelhecem, quando o processamento cerebral diminui.


Fonte: sitedecuriosidades
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sábado, 17 de fevereiro de 2018

Trabalhar e estudar em ritmos constantes pode melhorar sua produtividade

Talvez você já esteja familiarizado com o ciclo circadiano, o período de 24 horas no qual se baseia o nosso relógio biológico. É a partir dele que algumas pesquisas conseguem explicar porque tanta gente sente sono depois do almoço ou qual a relação entre ganhar peso e o horário do jantar.
Mas outro ciclo do corpo humano também é bem importante e pode lhe ajudar na hora de ser mais produtivo no trabalho e nos estudos. É o chamado ritmo ultradiano, que regula períodos que vão de 90 a 120 minutos.
Mas o que isso quer dizer para a produtividade?
Muita gente já sabe que o nosso sono é dividido em fases. Essa segmentação, no entanto, também vale para quando estamos acordados, e elas funcionam de forma até semelhante.
Como nossa atenção e níveis de dopamina mudam durante esse período, alguns pesquisadores da área recomendam dividir o trabalho em intervalos de 90 minutos, com pausas de 20 minutos entre eles, para manter o ritmo de produção constante.
Todos os melhores violinistas do mundo praticavam o uso do instrumento em três blocos de 90 minutos
Um exemplo é essa pesquisa, publicada pelo psicólogo Anders Ericsson. Ela mostrou que todos os melhores violinistas do mundo praticavam o uso do instrumento em três blocos de 90 minutos, fazendo pausas para descansar entre eles.
Ou seja, na próxima vez que você estiver no escritório ou estudando para aquela prova difícil do dia seguinte, lembre-se que a concentração em intervalos regulares pode ser bem mais vantajosa do que passar horas seguidas quebrando a cabeça no mesmo problema.
Reprodução: Megacurioso
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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Homem morre sugado por aparelho de ressonância no hospital

A morte do jovem Rajesh Maru, que tinha apenas 32 anos de idade, está causando espanto em todo o mundo. Ele foi puxado por uma máquina de ressonância magnética ao entrar em uma sala usando um cilindro de oxigênio em um hospital de Mumbai, no sábado (27) à noite.
De acordo com um relatório da polícia, um médico e outro funcionário do hospital foram presos, acusados de negligência. O primeiro relatório sobre a morte de Maru informava que ele havia morrido em decorrência da inalação de oxigênio líquido que havia vazado do cilindro, mas o cilindro só foi danificado depois de colidir contra a máquina de ressonância magnética.
Jitendra Maru, tio da vítima, relatou que o sobrinho foi convidado a carregar o cilindro por funcionários do hospital, que informaram ao visitante que a máquina de ressonância magnética estava desligada. A família do jovem vai receber 500 mil rúpias, o equivalente a quase R$ 25 mil, como indenização pela morte de Maru.
Aparelhos de ressonância magnética usam um forte campo magnético para produzir imagens dos órgãos do corpo humano. Objetos metálicos são sugados por esse tipo de aparelho, e por isso não podem entrar nas salas onde eles funcionam.
Em Nova Deli, também na Índia, houve um acidente em 2014, quando dois funcionários de um hospital sofreram lesões ao serem atraídos pela máquina de ressonância quando carregavam cilindros de oxigênio. Antes disso, em 2001, um menino de seis anos morreu em Nova York quando um cilindro de oxigênio voou em direção à sua cabeça e esmagou seu crânio.
Reprodução: Megacurioso
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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Segundo o MEC está é a melhor universidade do Brasil


Na listagem geral, a UFRGS é a segunda melhor do país, atrás apenas da Universidade Estadual de Campinas. Entre as dez mais bem avaliadas, estão ainda as universidades federais de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, do ABC (SP), de São Paulo, de Santa Catarina, de Lavras (MG), de Viçosa (MG) e de São Carlos (SP).
No Rio Grande do Sul, destacaram-se ainda a UFSM e a UFCSPA, dentre as públicas, e Unisinos e PUCRS, dentre as privadas. Todas com conceito final 4. A UFRGS, portanto, é a única universidade com conceito máximo no estado. Os dados completos podem ser acessados no site do Inep.
Para divulgar o índice, a avaliação do Ministério da Educação leva em consideração as condições de ensino, o corpo docente, as instalações físicas, o projeto pedagógico dos cursos e também o resultado dos alunos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). São consideradas, para o cálculo, a qualidade dos cursos, revelada pelo Conceito Preliminar de Curso (CPC); a média dos conceitos de avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu, a partir de dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes); e a distribuição dos estudantes entre os diferentes níveis de ensino, graduação ou pós-graduação stricto sensu.
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domingo, 7 de janeiro de 2018

Barba grande é sinônimo de muitas bactérias?

A cada esquina é possível encontrar algum homem ostentando uma bela barba e com muito orgulho disso. Entre cores, cortes e tamanhos diferentes, as barbas e bigodes atraem fãs e usuários em todas as partes, mas se você é uma pessoa atenta, já deve ter ouvido por aí alguém dizendo que barbas não são necessariamente higiênicas. Será que essa afirmação procede?
“Glândulas sebáceas na face, peito e nas costas são maiores do que aquelas na cabeça, então os cabelos saindo do rosto são provavelmente revestidos com mais óleo. Bactérias gostam de se alimentar de óleo, então há mais bactérias vivendo na barba ou na base da barba do que comparado com os cabelos da sua cabeça”, explicou a dermatologista Dra. Whitney Bowe, em declaração publicada no Mental Floss.
Além da quantidade, vale saber que o tipo de bactéria também muda em relação aos pelos das partes do corpo, mas ainda que isso pareça meio nojentinho, ter bactérias pelo corpo não é necessariamente uma coisa ruim – pelo contrário: muitas das bactérias existentes no corpo humano servem para mantê-lo em equilíbrio; nem todas causam infecções.

Cuidados


A dermatologista explicou que homens que vivem acariciando suas barbas têm mais chances de pegar uma gripe, por exemplo, já que vírus e outros micro-organismos podem ser transportados pela mão. Isso vale para todo mundo, na verdade: quanto mais tocarmos nosso rosto, mais chances temos de pegar algum tipo de infecção, por isso é sempre tão importante lavar bem as mãos com frequência.
Ainda que não haja comprovação efetiva de que homens barbudos tendem a ter mais problemas de pele como a acne, Bowe contou que não são raros os barbudos que recorrem a ela para resolver problemas como eczma, espinhas, ressecamento e vermelhidão no rosto – os casos pioram entre os que não costumam lavar o rosto adequadamente.
Alguns barbudos chegam a desenvolver dermatite de contato, que é uma irritação na pele causada pela presença de vestígios ácidos e apimentados de alimentos e bebidas que acabam ficando presos à barba.

Raspar, então?

Acha que a solução é manter a barba raspada? Bem... Na verdade, isso também causa alguns probleminhas de pele, já que muitos rapazes acabam com o rosto cheio de bolinhas depois de passar o barbeador – o efeito é pior em quem tem pelos mais encaracolados.
Produtos cosméticos adstringentes também pioram a qualidade da pele, já que provocam ressecamento. A solução? Tratar a barba de maneira diferente. É preciso sempre ensaboar muito bem a barba e fazê-la depois de tomar um banho quente, já que o calor e a umidade deixam os pelos mais macios – depois, vale passar uma loção não oleosa que não provoque o bloqueamento dos poros da face.
Ainda que os barbudos tenham, sim, mais bactérias no rosto do que as pessoas que não têm barba, não há motivo para pânico nem alardes: essas bactérias não são facilmente transferíveis para as outras pessoas. Manter a região sempre limpa é o ideal.
Reprodução: Megacurioso

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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

MIT Cria plantas capazes brilhar no escuro

Imagina ter plantas que fazem o papel de postes de luz nas ruas? Essa é uma das possibilidades que o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) encontrou ao desenvolver suas lâmpadas orgânicas. Basicamente, o que os pesquisadores da instituição criaram foi um protótipo de plantas que brilham no escuro - e que brilham tanto que podem substituir lâmpadas.
Para criar essas verdinhas, os pesquisadores utilizaram uma enzima chamada de luciferase, a qual consegue transformar energia química em energia luminosa - é a mesma que permite aos vagalumes emitir luz própria. Assim, os cientistas desenvolveram nanopartículas equipadas com essa enzima e as inseriram em um processo que permitiu que as plantinhas conseguissem esse poder de iluminação.
Em testes, os especialistas utilizaram folhas de agrião, mas as luzes duraram pouco tempo - cerca de uma hora, apenas. Mas, com algumas modificações e aperfeiçoamentos, a duração passou a ser de quatro horas.
"Nosso objetivo é executar um tratamento para quando a planta é apenas uma muda ou uma planta madura, e fazer com que isso dure o tempo em que a planta viver", afirma Michael Strano, um dos autores da pesquisa. O especialista complementa o pensamento afirmando acreditar que o trabalho abrirá portas para chegarem ao ponto de substituir postes de luz em ruas, bem como iluminação indireta em torno de casas.


Atualmente, com as melhorias do processo, as partículas luminosas já puderam exibir seu efeito brilhante em mudas de couve, rúcula e espinafre, além do agrião. A ideia final é que o processo faça com que as plantas pareçam com árvores habituais durante o dia, mas que consigam iluminar como postes de luz durante a noite. Dentro de casa, as plantinhas podem virar simples luminárias de mesa.

Nanobióticas

Esse é o nome dado às plantas que podem atuar de forma a substituir tarefas anteriormente feitas por dispositivos elétricos. Ao incorporar diferentes tipos de nanopartículas, plantas comuns poderiam ganhar “superpoderes”.
Anteriormente, o laboratório liberado por Strano chegou a desenvolver, por exemplo, plantas que têm a função de detectar explosivos e comunicar a informação para um smartphone, bem como plantas capazes de monitorar condições que ocasionaram secas em alguma região determinada.
Reprodução: Megacurioso
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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

15 Dicas para começar o ano com uma boa saúde mental

Todo começo de ano é a mesma coisa: colocamos na virada da folhinha do calendário toda a esperança de uma vida com mais realizações e menos prejuízos. Nesse sentido, fazemos o que for necessário: de promessas de novas dietas a investimentos em academias e esperanças de uma melhor qualidade de saúde.
Não há absolutamente problema algum em correr atrás de uma saúde melhor, afinal é ela, nossa saúde, um dos poucos fatores capazes de nos manter em vida por mais tempo. O problema é que, às vezes, nos esquecemos de dar mais atenção à nossa saúde mental e, convenhamos, se a coisa não vai bem com a cabeça, nem o corpo mais sarado do universo consegue resolver o problema. A seguir, confira alguns conselhos para ter uma mente mais saudável:

1 – Antes de tudo, vá ao médico

Falar sobre saúde mental ainda é algo visto como tabu por muitas pessoas, mas a verdade é que 25% de toda a população mundial enfrentam ou vão enfrentar, ao longo da vida, algum problema relacionado à saúde mental.
Se você acha que algo está errado nesse sentido, se sente sintomas de depressão ou ansiedade, por exemplo, procure ajuda médica. Só um profissional especializado pode dizer se é isso mesmo o que está acontecendo e, em caso positivo, orientar você a fazer o tratamento adequado. Jamais tome qualquer medicamento psiquiátrico por conta própria.

2 – Pratique a gratidão

Médicos especialistas em saúde mental podem aconselhar terapia e uso de medicamentos a pessoas com depressão, ansiedade ou transtornos de humor, como a bipolaridade. Ainda assim, tanto para quem é paciente quanto para quem não é, algumas mudanças pequenas de hábitos podem fazer a diferença.
Talvez agradecer pelo que você tem não seja um exercício muito frequente em sua vida, mas já é cientificamente comprovado que, quando demonstramos gratidão pelas coisas boas que temos ou vivemos, nos sentimos melhor, emocionalmente falando. Quer uma boa dica para começar a ter mais gratidão? Faça uma lista com suas pequenas e grandes conquistas – vale desde passar de ano até ter ajudado um idoso a atravessar uma rua movimentada.

3 – Tente meditar

Você não precisa estar em um templo budista para meditar. Por meditação, entenda qualquer momento em que seja possível passar pelo menos alguns minutos de olhos fechados, com a cabeça vazia e prestando atenção somente à sua respiração.
Esse exercício simples tem o poder quase mágico de conectar mente e corpo de tal forma que, se for praticado com frequência, melhora a qualidade da sua saúde mental, ajuda a manter o foco e diminui os efeitos negativos provocados pelo stress. Uma boa dica para quem quer começar a meditar é reservar pelo menos cinco minutos para o exercício – pode ser feito em seu quarto mesmo, um pouco antes de dormir ou logo depois de acordar.

4 – Escreva um diário

Você não precisa ter habilidades literárias para escrever um diário, então que essa não seja uma desculpa. A verdade é que escrever é uma espécie de pontapé inicial para alguns processos emocionais que, sem que você nem ao menos perceba, podem deixar você mais concentrado na resolução de determinados problemas.
Sabia que uma pesquisa realizada em 2012 descobriu que escrever em um papel aquilo que mais estressa a sua vida e, em seguida, amassar esse papel e jogá-lo longe é um exercício que nos deixa com a mente mais tranquila?

5 – Faça terapia

Quando o assunto envolve saúde mental e tratamentos como a terapia ou o uso de antidepressivos, é comum que as pessoas tenham receio, ainda que, na verdade, não exista nada de errado com isso.
A pessoa que faz terapia, por exemplo, é só mais uma pessoa, como as outras 7 bilhões existentes no mundo, que tem algum tipo de problema. A diferença é que ela está disposta a pedir ajuda de um profissional para resolver esse problema e, nesse caso, ponto para ela!
Existem muitas formas de terapia, e cada pessoa se identifica com uma delas. Há desde a Terapia Cognifivo-Comportamental (TCC) até a psicanálise. O ideal aqui é conseguir falar a respeito de suas questões mais íntimas em voz alta – acredite ou não, mas isso ajuda muito. O processo terapêutico é fundamental na vida de quem busca um autoconhecimento profundo e, por consequência, uma saúde mental nos trilhos.

6 – Movimente seu corpo

Existem dois tipos de pessoas: as que amam e as que odeiam atividades físicas. As que amam nem precisam de qualquer estímulo para colocar o corpo em movimento, mas as que não gostam muito de sair da inércia precisam entender que o mínimo de atividade física é necessário para uma saúde em dia.
A boa notícia é que exercícios físicos nos fazem liberar a substância mágica chamada “endorfina”. A função desse neurotransmissor é nos deixar relaxados e com uma sensação de bem-estar – por isso, mesmo quem sua frio com a ideia de suar de verdade pode acabar gostando de ir para a academia com o passar do tempo.
Tentar praticar atividades físicas ao ar livre, como caminhar em um parque, é uma ótima ideia para quem busca colocar a mente nos trilhos – ambientes naturais podem diminuir os sintomas da depressão.

7 – Passe mais tempo com seus amigos

Taí uma dica não muito difícil de seguir. Um estudo realizado em 2011 concluiu que passar um tempo na companhia do seu melhor amigo é algo capaz de reduzir os efeitos do estresse! A verdade é que não apenas o seu ou a sua BFF faz bem à sua saúde – ter boas relações sociais de uma maneira geral é algo que melhora potencialmente suas funções mentais.

8 – Abra a cabeça

Como já falamos aqui, quando o assunto é saúde mental, é comum que haja muito preconceito, e, quando não estamos abertos a novas informações porque achamos que uma ideia preconceituosa está correta, ficamos presos à ignorância.
Saúde mental não é, portanto, um interesse exclusivo de pessoas com depressão, transtornos de humor ou de personalidade, ansiedade e outras doenças e condições. Entender e aceitar isso é um passo essencial no processo de quem busca um bem-estar por completo.
Nesse sentido, toda informação vale a pena, e uma pessoa que sabe que algumas doenças mentais têm origem hereditária ou que apresentam sintomas físicos, por exemplo, está mais bem preparada para resolver qualquer problema que aparecer. Além do mais, a Ciência já comprovou: quem continua tendo interesse em aprender coisas novas mesmo depois do fim dos estudos tem uma saúde mental melhor.

9 – Dê uma chance a uma dieta mais saudável

Em vez de criticar a lancheira que a Bela Gil prepara para a filha dela, por que não começar a se questionar se o seu lanchinho de todo dia deveria mesmo ser um salgado frito com carnes processadas e refrigerante?
Diego Denck, redator aqui do Mega que escreveu o passo a passo chocante do caminho do refrigerante em nosso corpo e que tomava Coca-Cola todo santo dia, ficou 30 dias sem a bebida sedutora e perigosa e hoje está mais do que acostumado a tomar água e sucos.
Cada um tem o seu “pecado” na hora da alimentação, mas é preciso ter em mente que é possível mudar, levando em consideração, sempre, que mudanças radicais demais não funcionam por muito tempo. A dica é ir, aos poucos, alterando alguns hábitos. Coma mais frutas, verduras e legumes; troque o pão branco pelo integral; tome 2 litros de água por dia. Essas pequenas medidas já farão bem à saúde do seu corpo e da sua mente – não tenha dúvidas!

10 – Sabe aquela música depressiva? Tá na hora de ouvir


Tendemos a pensar que músicas tristes nos deixam depressivos, mas algumas pesquisas recentes nos mostram que talvez não seja bem assim. Ao que tudo indica, uma boa tática para superar um pé na bunda é ouvir músicas tristes e melancólicas. Ok, você pode chorar um pouco durante o processo, mas isso também tem um lado bom: chorar de verdade é ótimo para melhorar o humor. É... Talvez esteja faltando um pouco de Adele na sua vida!


11 – Viaje mais

Tudo bem, a gente sabe que essa dica envolve dinheiro e que o momento financeiro não é dos melhores, mas a questão aqui é conhecer lugares novos, ruas diferentes, restaurantes com cardápios inusitados e por aí vai. Nesse sentido, não é necessário que você vá para a Europa ou para o Caribe – se o seu saldo bancário não está dos melhores, separe um final de semana e saia conhecer uma cidadezinha perto da sua.
Conhecer novos lugares tem o poder de aumentar sua felicidade em geral e de deixar você mais calmo também – nesse segundo caso, especialmente se o passeio envolver praia.

12 – Durma bem

Você precisa de apenas uma noite mal dormida para entender o que a falta de sono faz com uma pessoa. Enquanto dormimos, nosso corpo se regenera e nossa mente, também. Já é comprovado que dormir pouco é algo que atrapalha fortemente o lado emocional de uma pessoa. Aqui no Mega nós ensinamos também um exercício capaz de fazer uma pessoa pegar no sono em menos de 1 minuto – se você tem muita dificuldade para dormir, é fundamental procurar ajuda médica.

13 – Fique um pouco longe da tecnologia

São tempos modernos, e todo mundo aceita naturalmente o fato de que vivemos com o celular em mãos – ou, no mínimo, ao alcance delas – em tempo quase integral. Essa superexposição, no entanto, não é muito saudável.
Às vezes, nos esquecemos que as pessoas usam as redes sociais para divulgar apenas o que suas vidas têm de bom e, por isso, ficamos com inveja do que vemos. Essa noção completamente equivocada de que a grama de todos os seus amigos do Facebook é mais verde pode desencadear sintomas de depressão. Como resolver o problema? De tempos em tempos, fique longe das redes sociais.

14 – Seja gentil


Uma das formas mais fáceis de se sentir bem é fazer com que outra pessoa se sinta bem também. A Ciência já provou que gentileza é algo que acontece ciclicamente e que deixar uma pessoa feliz é algo que vai deixar você feliz também.

15 – Aprenda a dizer não

Ao contrário do que você possa pensar, ficar um tempo sozinho não é sinônimo de tristeza, mas sim uma necessidade do seu corpo. Aprenda a dizer 'não' a convites que não agradam tanto. Aprenda a dizer 'não' quando alguém pede uma ajuda para fazer um trabalho de escola, por exemplo, e você já está cheio de afazeres.
Negar pedidos faz parte da nossa vida, e é preciso aprendermos a fazer isso o mais cedo possível, até mesmo porque passar um tempo sem ninguém por perto faz bem à saúde mental.
Reprodução: Megacurioso




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