sábado, 17 de fevereiro de 2018

Trabalhar e estudar em ritmos constantes pode melhorar sua produtividade

Talvez você já esteja familiarizado com o ciclo circadiano, o período de 24 horas no qual se baseia o nosso relógio biológico. É a partir dele que algumas pesquisas conseguem explicar porque tanta gente sente sono depois do almoço ou qual a relação entre ganhar peso e o horário do jantar.
Mas outro ciclo do corpo humano também é bem importante e pode lhe ajudar na hora de ser mais produtivo no trabalho e nos estudos. É o chamado ritmo ultradiano, que regula períodos que vão de 90 a 120 minutos.
Mas o que isso quer dizer para a produtividade?
Muita gente já sabe que o nosso sono é dividido em fases. Essa segmentação, no entanto, também vale para quando estamos acordados, e elas funcionam de forma até semelhante.
Como nossa atenção e níveis de dopamina mudam durante esse período, alguns pesquisadores da área recomendam dividir o trabalho em intervalos de 90 minutos, com pausas de 20 minutos entre eles, para manter o ritmo de produção constante.
Todos os melhores violinistas do mundo praticavam o uso do instrumento em três blocos de 90 minutos
Um exemplo é essa pesquisa, publicada pelo psicólogo Anders Ericsson. Ela mostrou que todos os melhores violinistas do mundo praticavam o uso do instrumento em três blocos de 90 minutos, fazendo pausas para descansar entre eles.
Ou seja, na próxima vez que você estiver no escritório ou estudando para aquela prova difícil do dia seguinte, lembre-se que a concentração em intervalos regulares pode ser bem mais vantajosa do que passar horas seguidas quebrando a cabeça no mesmo problema.
Reprodução: Megacurioso
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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Homem morre sugado por aparelho de ressonância no hospital

A morte do jovem Rajesh Maru, que tinha apenas 32 anos de idade, está causando espanto em todo o mundo. Ele foi puxado por uma máquina de ressonância magnética ao entrar em uma sala usando um cilindro de oxigênio em um hospital de Mumbai, no sábado (27) à noite.
De acordo com um relatório da polícia, um médico e outro funcionário do hospital foram presos, acusados de negligência. O primeiro relatório sobre a morte de Maru informava que ele havia morrido em decorrência da inalação de oxigênio líquido que havia vazado do cilindro, mas o cilindro só foi danificado depois de colidir contra a máquina de ressonância magnética.
Jitendra Maru, tio da vítima, relatou que o sobrinho foi convidado a carregar o cilindro por funcionários do hospital, que informaram ao visitante que a máquina de ressonância magnética estava desligada. A família do jovem vai receber 500 mil rúpias, o equivalente a quase R$ 25 mil, como indenização pela morte de Maru.
Aparelhos de ressonância magnética usam um forte campo magnético para produzir imagens dos órgãos do corpo humano. Objetos metálicos são sugados por esse tipo de aparelho, e por isso não podem entrar nas salas onde eles funcionam.
Em Nova Deli, também na Índia, houve um acidente em 2014, quando dois funcionários de um hospital sofreram lesões ao serem atraídos pela máquina de ressonância quando carregavam cilindros de oxigênio. Antes disso, em 2001, um menino de seis anos morreu em Nova York quando um cilindro de oxigênio voou em direção à sua cabeça e esmagou seu crânio.
Reprodução: Megacurioso
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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Segundo o MEC está é a melhor universidade do Brasil


Na listagem geral, a UFRGS é a segunda melhor do país, atrás apenas da Universidade Estadual de Campinas. Entre as dez mais bem avaliadas, estão ainda as universidades federais de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, do ABC (SP), de São Paulo, de Santa Catarina, de Lavras (MG), de Viçosa (MG) e de São Carlos (SP).
No Rio Grande do Sul, destacaram-se ainda a UFSM e a UFCSPA, dentre as públicas, e Unisinos e PUCRS, dentre as privadas. Todas com conceito final 4. A UFRGS, portanto, é a única universidade com conceito máximo no estado. Os dados completos podem ser acessados no site do Inep.
Para divulgar o índice, a avaliação do Ministério da Educação leva em consideração as condições de ensino, o corpo docente, as instalações físicas, o projeto pedagógico dos cursos e também o resultado dos alunos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). São consideradas, para o cálculo, a qualidade dos cursos, revelada pelo Conceito Preliminar de Curso (CPC); a média dos conceitos de avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu, a partir de dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes); e a distribuição dos estudantes entre os diferentes níveis de ensino, graduação ou pós-graduação stricto sensu.
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domingo, 7 de janeiro de 2018

Barba grande é sinônimo de muitas bactérias?

A cada esquina é possível encontrar algum homem ostentando uma bela barba e com muito orgulho disso. Entre cores, cortes e tamanhos diferentes, as barbas e bigodes atraem fãs e usuários em todas as partes, mas se você é uma pessoa atenta, já deve ter ouvido por aí alguém dizendo que barbas não são necessariamente higiênicas. Será que essa afirmação procede?
“Glândulas sebáceas na face, peito e nas costas são maiores do que aquelas na cabeça, então os cabelos saindo do rosto são provavelmente revestidos com mais óleo. Bactérias gostam de se alimentar de óleo, então há mais bactérias vivendo na barba ou na base da barba do que comparado com os cabelos da sua cabeça”, explicou a dermatologista Dra. Whitney Bowe, em declaração publicada no Mental Floss.
Além da quantidade, vale saber que o tipo de bactéria também muda em relação aos pelos das partes do corpo, mas ainda que isso pareça meio nojentinho, ter bactérias pelo corpo não é necessariamente uma coisa ruim – pelo contrário: muitas das bactérias existentes no corpo humano servem para mantê-lo em equilíbrio; nem todas causam infecções.

Cuidados


A dermatologista explicou que homens que vivem acariciando suas barbas têm mais chances de pegar uma gripe, por exemplo, já que vírus e outros micro-organismos podem ser transportados pela mão. Isso vale para todo mundo, na verdade: quanto mais tocarmos nosso rosto, mais chances temos de pegar algum tipo de infecção, por isso é sempre tão importante lavar bem as mãos com frequência.
Ainda que não haja comprovação efetiva de que homens barbudos tendem a ter mais problemas de pele como a acne, Bowe contou que não são raros os barbudos que recorrem a ela para resolver problemas como eczma, espinhas, ressecamento e vermelhidão no rosto – os casos pioram entre os que não costumam lavar o rosto adequadamente.
Alguns barbudos chegam a desenvolver dermatite de contato, que é uma irritação na pele causada pela presença de vestígios ácidos e apimentados de alimentos e bebidas que acabam ficando presos à barba.

Raspar, então?

Acha que a solução é manter a barba raspada? Bem... Na verdade, isso também causa alguns probleminhas de pele, já que muitos rapazes acabam com o rosto cheio de bolinhas depois de passar o barbeador – o efeito é pior em quem tem pelos mais encaracolados.
Produtos cosméticos adstringentes também pioram a qualidade da pele, já que provocam ressecamento. A solução? Tratar a barba de maneira diferente. É preciso sempre ensaboar muito bem a barba e fazê-la depois de tomar um banho quente, já que o calor e a umidade deixam os pelos mais macios – depois, vale passar uma loção não oleosa que não provoque o bloqueamento dos poros da face.
Ainda que os barbudos tenham, sim, mais bactérias no rosto do que as pessoas que não têm barba, não há motivo para pânico nem alardes: essas bactérias não são facilmente transferíveis para as outras pessoas. Manter a região sempre limpa é o ideal.
Reprodução: Megacurioso

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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

MIT Cria plantas capazes brilhar no escuro

Imagina ter plantas que fazem o papel de postes de luz nas ruas? Essa é uma das possibilidades que o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) encontrou ao desenvolver suas lâmpadas orgânicas. Basicamente, o que os pesquisadores da instituição criaram foi um protótipo de plantas que brilham no escuro - e que brilham tanto que podem substituir lâmpadas.
Para criar essas verdinhas, os pesquisadores utilizaram uma enzima chamada de luciferase, a qual consegue transformar energia química em energia luminosa - é a mesma que permite aos vagalumes emitir luz própria. Assim, os cientistas desenvolveram nanopartículas equipadas com essa enzima e as inseriram em um processo que permitiu que as plantinhas conseguissem esse poder de iluminação.
Em testes, os especialistas utilizaram folhas de agrião, mas as luzes duraram pouco tempo - cerca de uma hora, apenas. Mas, com algumas modificações e aperfeiçoamentos, a duração passou a ser de quatro horas.
"Nosso objetivo é executar um tratamento para quando a planta é apenas uma muda ou uma planta madura, e fazer com que isso dure o tempo em que a planta viver", afirma Michael Strano, um dos autores da pesquisa. O especialista complementa o pensamento afirmando acreditar que o trabalho abrirá portas para chegarem ao ponto de substituir postes de luz em ruas, bem como iluminação indireta em torno de casas.


Atualmente, com as melhorias do processo, as partículas luminosas já puderam exibir seu efeito brilhante em mudas de couve, rúcula e espinafre, além do agrião. A ideia final é que o processo faça com que as plantas pareçam com árvores habituais durante o dia, mas que consigam iluminar como postes de luz durante a noite. Dentro de casa, as plantinhas podem virar simples luminárias de mesa.

Nanobióticas

Esse é o nome dado às plantas que podem atuar de forma a substituir tarefas anteriormente feitas por dispositivos elétricos. Ao incorporar diferentes tipos de nanopartículas, plantas comuns poderiam ganhar “superpoderes”.
Anteriormente, o laboratório liberado por Strano chegou a desenvolver, por exemplo, plantas que têm a função de detectar explosivos e comunicar a informação para um smartphone, bem como plantas capazes de monitorar condições que ocasionaram secas em alguma região determinada.
Reprodução: Megacurioso
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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

15 Dicas para começar o ano com uma boa saúde mental

Todo começo de ano é a mesma coisa: colocamos na virada da folhinha do calendário toda a esperança de uma vida com mais realizações e menos prejuízos. Nesse sentido, fazemos o que for necessário: de promessas de novas dietas a investimentos em academias e esperanças de uma melhor qualidade de saúde.
Não há absolutamente problema algum em correr atrás de uma saúde melhor, afinal é ela, nossa saúde, um dos poucos fatores capazes de nos manter em vida por mais tempo. O problema é que, às vezes, nos esquecemos de dar mais atenção à nossa saúde mental e, convenhamos, se a coisa não vai bem com a cabeça, nem o corpo mais sarado do universo consegue resolver o problema. A seguir, confira alguns conselhos para ter uma mente mais saudável:

1 – Antes de tudo, vá ao médico

Falar sobre saúde mental ainda é algo visto como tabu por muitas pessoas, mas a verdade é que 25% de toda a população mundial enfrentam ou vão enfrentar, ao longo da vida, algum problema relacionado à saúde mental.
Se você acha que algo está errado nesse sentido, se sente sintomas de depressão ou ansiedade, por exemplo, procure ajuda médica. Só um profissional especializado pode dizer se é isso mesmo o que está acontecendo e, em caso positivo, orientar você a fazer o tratamento adequado. Jamais tome qualquer medicamento psiquiátrico por conta própria.

2 – Pratique a gratidão

Médicos especialistas em saúde mental podem aconselhar terapia e uso de medicamentos a pessoas com depressão, ansiedade ou transtornos de humor, como a bipolaridade. Ainda assim, tanto para quem é paciente quanto para quem não é, algumas mudanças pequenas de hábitos podem fazer a diferença.
Talvez agradecer pelo que você tem não seja um exercício muito frequente em sua vida, mas já é cientificamente comprovado que, quando demonstramos gratidão pelas coisas boas que temos ou vivemos, nos sentimos melhor, emocionalmente falando. Quer uma boa dica para começar a ter mais gratidão? Faça uma lista com suas pequenas e grandes conquistas – vale desde passar de ano até ter ajudado um idoso a atravessar uma rua movimentada.

3 – Tente meditar

Você não precisa estar em um templo budista para meditar. Por meditação, entenda qualquer momento em que seja possível passar pelo menos alguns minutos de olhos fechados, com a cabeça vazia e prestando atenção somente à sua respiração.
Esse exercício simples tem o poder quase mágico de conectar mente e corpo de tal forma que, se for praticado com frequência, melhora a qualidade da sua saúde mental, ajuda a manter o foco e diminui os efeitos negativos provocados pelo stress. Uma boa dica para quem quer começar a meditar é reservar pelo menos cinco minutos para o exercício – pode ser feito em seu quarto mesmo, um pouco antes de dormir ou logo depois de acordar.

4 – Escreva um diário

Você não precisa ter habilidades literárias para escrever um diário, então que essa não seja uma desculpa. A verdade é que escrever é uma espécie de pontapé inicial para alguns processos emocionais que, sem que você nem ao menos perceba, podem deixar você mais concentrado na resolução de determinados problemas.
Sabia que uma pesquisa realizada em 2012 descobriu que escrever em um papel aquilo que mais estressa a sua vida e, em seguida, amassar esse papel e jogá-lo longe é um exercício que nos deixa com a mente mais tranquila?

5 – Faça terapia

Quando o assunto envolve saúde mental e tratamentos como a terapia ou o uso de antidepressivos, é comum que as pessoas tenham receio, ainda que, na verdade, não exista nada de errado com isso.
A pessoa que faz terapia, por exemplo, é só mais uma pessoa, como as outras 7 bilhões existentes no mundo, que tem algum tipo de problema. A diferença é que ela está disposta a pedir ajuda de um profissional para resolver esse problema e, nesse caso, ponto para ela!
Existem muitas formas de terapia, e cada pessoa se identifica com uma delas. Há desde a Terapia Cognifivo-Comportamental (TCC) até a psicanálise. O ideal aqui é conseguir falar a respeito de suas questões mais íntimas em voz alta – acredite ou não, mas isso ajuda muito. O processo terapêutico é fundamental na vida de quem busca um autoconhecimento profundo e, por consequência, uma saúde mental nos trilhos.

6 – Movimente seu corpo

Existem dois tipos de pessoas: as que amam e as que odeiam atividades físicas. As que amam nem precisam de qualquer estímulo para colocar o corpo em movimento, mas as que não gostam muito de sair da inércia precisam entender que o mínimo de atividade física é necessário para uma saúde em dia.
A boa notícia é que exercícios físicos nos fazem liberar a substância mágica chamada “endorfina”. A função desse neurotransmissor é nos deixar relaxados e com uma sensação de bem-estar – por isso, mesmo quem sua frio com a ideia de suar de verdade pode acabar gostando de ir para a academia com o passar do tempo.
Tentar praticar atividades físicas ao ar livre, como caminhar em um parque, é uma ótima ideia para quem busca colocar a mente nos trilhos – ambientes naturais podem diminuir os sintomas da depressão.

7 – Passe mais tempo com seus amigos

Taí uma dica não muito difícil de seguir. Um estudo realizado em 2011 concluiu que passar um tempo na companhia do seu melhor amigo é algo capaz de reduzir os efeitos do estresse! A verdade é que não apenas o seu ou a sua BFF faz bem à sua saúde – ter boas relações sociais de uma maneira geral é algo que melhora potencialmente suas funções mentais.

8 – Abra a cabeça

Como já falamos aqui, quando o assunto é saúde mental, é comum que haja muito preconceito, e, quando não estamos abertos a novas informações porque achamos que uma ideia preconceituosa está correta, ficamos presos à ignorância.
Saúde mental não é, portanto, um interesse exclusivo de pessoas com depressão, transtornos de humor ou de personalidade, ansiedade e outras doenças e condições. Entender e aceitar isso é um passo essencial no processo de quem busca um bem-estar por completo.
Nesse sentido, toda informação vale a pena, e uma pessoa que sabe que algumas doenças mentais têm origem hereditária ou que apresentam sintomas físicos, por exemplo, está mais bem preparada para resolver qualquer problema que aparecer. Além do mais, a Ciência já comprovou: quem continua tendo interesse em aprender coisas novas mesmo depois do fim dos estudos tem uma saúde mental melhor.

9 – Dê uma chance a uma dieta mais saudável

Em vez de criticar a lancheira que a Bela Gil prepara para a filha dela, por que não começar a se questionar se o seu lanchinho de todo dia deveria mesmo ser um salgado frito com carnes processadas e refrigerante?
Diego Denck, redator aqui do Mega que escreveu o passo a passo chocante do caminho do refrigerante em nosso corpo e que tomava Coca-Cola todo santo dia, ficou 30 dias sem a bebida sedutora e perigosa e hoje está mais do que acostumado a tomar água e sucos.
Cada um tem o seu “pecado” na hora da alimentação, mas é preciso ter em mente que é possível mudar, levando em consideração, sempre, que mudanças radicais demais não funcionam por muito tempo. A dica é ir, aos poucos, alterando alguns hábitos. Coma mais frutas, verduras e legumes; troque o pão branco pelo integral; tome 2 litros de água por dia. Essas pequenas medidas já farão bem à saúde do seu corpo e da sua mente – não tenha dúvidas!

10 – Sabe aquela música depressiva? Tá na hora de ouvir


Tendemos a pensar que músicas tristes nos deixam depressivos, mas algumas pesquisas recentes nos mostram que talvez não seja bem assim. Ao que tudo indica, uma boa tática para superar um pé na bunda é ouvir músicas tristes e melancólicas. Ok, você pode chorar um pouco durante o processo, mas isso também tem um lado bom: chorar de verdade é ótimo para melhorar o humor. É... Talvez esteja faltando um pouco de Adele na sua vida!


11 – Viaje mais

Tudo bem, a gente sabe que essa dica envolve dinheiro e que o momento financeiro não é dos melhores, mas a questão aqui é conhecer lugares novos, ruas diferentes, restaurantes com cardápios inusitados e por aí vai. Nesse sentido, não é necessário que você vá para a Europa ou para o Caribe – se o seu saldo bancário não está dos melhores, separe um final de semana e saia conhecer uma cidadezinha perto da sua.
Conhecer novos lugares tem o poder de aumentar sua felicidade em geral e de deixar você mais calmo também – nesse segundo caso, especialmente se o passeio envolver praia.

12 – Durma bem

Você precisa de apenas uma noite mal dormida para entender o que a falta de sono faz com uma pessoa. Enquanto dormimos, nosso corpo se regenera e nossa mente, também. Já é comprovado que dormir pouco é algo que atrapalha fortemente o lado emocional de uma pessoa. Aqui no Mega nós ensinamos também um exercício capaz de fazer uma pessoa pegar no sono em menos de 1 minuto – se você tem muita dificuldade para dormir, é fundamental procurar ajuda médica.

13 – Fique um pouco longe da tecnologia

São tempos modernos, e todo mundo aceita naturalmente o fato de que vivemos com o celular em mãos – ou, no mínimo, ao alcance delas – em tempo quase integral. Essa superexposição, no entanto, não é muito saudável.
Às vezes, nos esquecemos que as pessoas usam as redes sociais para divulgar apenas o que suas vidas têm de bom e, por isso, ficamos com inveja do que vemos. Essa noção completamente equivocada de que a grama de todos os seus amigos do Facebook é mais verde pode desencadear sintomas de depressão. Como resolver o problema? De tempos em tempos, fique longe das redes sociais.

14 – Seja gentil


Uma das formas mais fáceis de se sentir bem é fazer com que outra pessoa se sinta bem também. A Ciência já provou que gentileza é algo que acontece ciclicamente e que deixar uma pessoa feliz é algo que vai deixar você feliz também.

15 – Aprenda a dizer não

Ao contrário do que você possa pensar, ficar um tempo sozinho não é sinônimo de tristeza, mas sim uma necessidade do seu corpo. Aprenda a dizer 'não' a convites que não agradam tanto. Aprenda a dizer 'não' quando alguém pede uma ajuda para fazer um trabalho de escola, por exemplo, e você já está cheio de afazeres.
Negar pedidos faz parte da nossa vida, e é preciso aprendermos a fazer isso o mais cedo possível, até mesmo porque passar um tempo sem ninguém por perto faz bem à saúde mental.
Reprodução: Megacurioso




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domingo, 10 de dezembro de 2017

Por que alguns homens não tem barba?

Não é de hoje que a barba é relacionada à virilidade masculina e até mesmo à inteligência. Se não há provas de que uma coisa tem a ver mesmo com a outra, o que se sabe pela pura observação dos rapazes que circulam pelo mundo é que alguns têm barbas homéricas e outros passam a vida inteira de rosto liso como o de um bebê.
Não ter barba só é um problema quando o homem em questão realmente gostaria de ostentar os pelinhos no rosto – fora isso, é algo absolutamente comum e muito mais normal do que se imagina.
O fator que mais influencia a presença ou ausência de pelos na face masculina é, certamente, a genética. Os rapazes começam a ter barba na puberdade, quando os hormônios entram em ação com toda a força. O hormônio responsável pela barba é a testosterona, que faz com que os pelos comecem a crescer mais grossos e mais escuros.

Barbichas

Antes que você comece a tirar conclusões sobre a relação entre falta de barba e níveis de testosterona, já adiantamos: a maioria dos cuecas tem o mesmo nível desse hormônio.
A responsável pelo fato de que alguns rapazes tenham barba e outros não é puramente a genética, que faz com que cada corpo responda à testosterona de um jeito diferente. Ser geneticamente sensível a esse hormônio significa ter uma barba volumosa para ostentar, mas, por outro lado, aumenta as chances de calvice – será que é por isso que tem tanto careca barbudo por aí?
Então, se você é um rapaz que sofre pela falta de barba, o consolo é que, no futuro, suas chances de ficar careca são menores. Agora se você sempre quis ser um careca barbudo, sentimos muito.
Reprodução: Megacurioso
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O que acontece quando olhamos direto para o sol num eclipse solar?

De acordo com Angela Chen, do site The Verge, durante o “Grande Eclipse Americano”, que aconteceu em agosto deste ano, a tal mulher olhou fixamente para o fenômeno durante míseros seis segundos antes de resolver observar o espetáculo através de lentes especiais, mas esse breve período foi suficiente para causar danos. E a coisa foi bem rápida, pois, segundo Angela, 4 horas depois, a visão da mulher começou a ficar embaçada e ela passou a ver tudo preto.

Lesão irreversível

A identidade da mulher não foi revelada, mas os médicos que trataram do caso disseram que ela tem 20 e poucos anos. Aparentemente, ela olhou diretamente para o eclipse quando a Lua cobria cerca de 70% do Sol e procurou ajuda de oftalmologistas três dias após o evento.
Os exames revelaram que a mulher sofreu danos nas retinas dos dois olhos — sendo que o esquerdo foi mais afetado, já que além da lesão, a radiação também danificou os fotorreceptores, células sensoriais responsáveis por capturar e transmitir ao cérebro os estímulos visuais que chegam aos olhos.
Mais especificamente, a mulher foi diagnosticada com problema chamado retinopatia solar, uma lesão para a qual não existe tratamento. Aliás, segundo Angela, existe o registro de um homem que sofreu o mesmo tipo de dano depois de olhar diretamente para um eclipse em 1962, e hoje ele só consegue enxergar com o olho direito. Se considerarmos esse caso como referência, o prognostico da mulher não é muito bom.
Reprodução: Megacurioso

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Como o estresse se manifesta em seu corpo sem que você perceba

Charlotte Watts, pesquisadora dos efeitos do estresse no corpo, estuda as formas como esse tipo de sobrecarga mental afeta a nossa saúde e nos faz ter algumas deficiências de vitamina, inclusive.
De acordo com Watts, quando o estresse está em alta, nossos nutrientes são utilizados de forma mais intensa, diminuindo nossa energia, prejudicando o funcionamento do cérebro, desiquilibrando os níveis de hormônios e prejudicando o funcionamento da imunidade.
Todos esses processos podem nos fazer ter algum tipo de deficiência nutricional. Em uma relação de sintomas publicada no The Independent, Watts revelou os sintomas que essas deficiências podem nos causar.
Lábios rachados podem indicar falta de vitamina B6; dentes rangendo, de vitamina B5; pontinhos brancos nas unhas podem sinalizar falta de zinco; constipação intestinal ou diarreia podem ser sinais de deficiência de magnésio; sangramento nas gengivas de vitamina C; manchas nas mãos, de vitamina E; e infecções na garganta podem indicar falta de vitamina A.

Mais efeitos

Além dessa questão dos nutrientes, uma pesquisa realizada pela Universidade da Flórida revelou que mulheres que viveram experiências muito traumáticas têm também mais chances de acumular gordura na região abdominal e de se tornarem obesas.
A autora da pesquisa, Michelle A. Albert, disse que a relação entre comer muito ou pouco é investigada já há tempos, em termos de estresse. Ela explicou também que atividades neuro-hormonais liberam cortisol quando estamos muito estressados, e que isso, por si só, contribui para o ganho de peso.
Para nos ajudar a não enxergar o estresse como um grande vilão apenas, pesquisadores de Illinois estudaram os efeitos benéficos de poucas quantidades de estresse e descobriram que, quando o estresse não acontece em demasia, pode melhorar a saúde das nossas células, já que pequenas doses de cortisol atuam como protetores celulares, que retardam o envelhecimento e diminuem as chances de desenvolvermos doenças como o Alzheimer.
Reprodução: Megacurioso
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