quarta-feira, 20 de junho de 2018

Estudo comprova que o álcool é a causa direta de sete tipos de câncer


Um estudo recente, realizado na Nova Zelândia, afirmou que o consumo de bebidas alcoólicas implica um risco direto para o desenvolvimento de, pelo menos, sete tipos de câncer, entre eles o câncer de mama, fígado e outros. De acordo com a pesquisa, as bebidas estão relacionadas ao risco moderado de ter a doença.

As evidências são fortes e relacionam o álcool com o câncer. Os resultados foram divulgados em um artigo da revista Addiction e foram conduzidos por Jennie Connor, da Universidade de Otago, na Nova Zelândia. Segundo a pesquisa, o álcool é responsável pela morte de cerca de meio milhão de pessoas por câncer. Só em 2012, o câncer foi a causa de 5,8 por cento das mortes em todo o mundo.

A pesquisa encontrou evidências da ligação entre o consumo de álcool e o câncer de boca, garganta, laringe, esôfago, fígado, cólon, intestino e de mama. A equipe responsável afirma que o risco aumenta à medida que a quantidade de álcool consumida também aumenta.

Embora os maiores riscos estejam presentes na vida de pessoas que fazem o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, cidadãos que bebem em níveis baixos também estão em risco. De acordo com Connor, não existe um nível seguro para beber quando se trata de câncer.

Em janeiro, diretores médicos do Reino Unido também afirmaram que nenhum nível de consumo regular de álcool é seguro para as pessoas. Por isso, as diretrizes internacionais reduziram o limite recomendado semanal de álcool para homens para até 14 unidades, o mesmo índice indicado para as mulheres.


Por que o álcool é perigoso para a saúde?



As razões biológicas exatas pelas quais o álcool causa câncer permanecem obscuras. Uma teoria é que o álcool possa danificar o DNA humano, causando mutações prejudiciais.

O álcool provoca comprovadamente sete formas de câncer. Especialistas em saúde apoiam essas conclusões e afirmam que os países devem iniciar mais campanhas de educação, a fim de combater a ignorância pública generalizada sobre a relação estreita entre o álcool e o câncer.

O estudo da Nova Zelândia deve, a médio prazo, influenciar as autoridades de saúde para cobrarem das indústrias a inclusão de rótulos de advertência nas garrafas de bebidas alcoólicas, alertando para o risco de câncer. A partir de agora, existem provas inquestionáveis de que a bebida causa a doença.

Outros estudos também comprovaram que o álcool pode causar ainda o câncer de pele, próstata e pâncreas. Os resultados foram alcançados a partir de avaliações realizadas ao longo dos últimos 10 anos pelo Fundo Mundial de Pesquisa do Câncer, pela Agência Internacional de Investigação do Câncer e pela Organização Mundial da Saúde.

É preciso alertar as pessoas sobre o risco das bebidas alcoólicas. Estima-se que nove em cada dez pessoas ainda não estejam cientes da ligação entre o álcool e o câncer. Essa realidade deve ser transformada com urgência, a fim de preservar a vida de muitos cidadãos que hoje fazem uso regular de bebidas alcoólicas.

Fonte: https://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/estudo-comprova-que-o-alcool-e-a-causa-direta-de-sete-tipos-de-cancer.html
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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Saiba como os mosquitos escolhem a pessoa que vão picar

Os mosquitos adoram picar um corpo quente. Estes sugadores de sangue transmitem doenças diretamente pela circulação sanguínea das pessoas picadas. Todos os anos, cerca de 700 milhões de pessoas acabam contraindo uma doença transmitida por mosquitos no mundo, resultando em mais de um milhão de mortes. E esse número continua crescendo de forma assustadora.

A atual crise de saúde pública em torno do Zika Vírus, doença que é transmitida pelo mosquito da dengue, está causando muita preocupação. Essa é a mais recente ameaça à saúde internacional diretamente relacionada às picadas de mosquitos. Além desse vírus, outras doenças como malária, febre amarela, dengue e encefalite também são transmitidas para a população.

Uma maneira de diminuir a quantidade de picadas de mosquitos é saber o que atrai estes insetos em primeiro lugar. Basicamente, a picada depende do cheiro da pessoa. Os mosquitos têm receptores de odores em suas antenas, e eles podem cheirar qualquer humano dentro de 100 metros.

Outro fator determinante para as picadas é a genética. 85% das pessoas que os mosquitos preferem picar têm uma genética capaz de atrair o inseto. É por isso que eles picam mais algumas pessoas, e menos outras pessoas.

Conheça os principais fatores que fazem de uma pessoa um verdadeiro ímã de picadas de mosquitos:



Exercício e produção de ácido láctico - A pessoa mais suada e com o cheiro mais forte atrai o mosquito. Indivíduos que produzem mais ácido láctico, que é produzido pelas glândulas sudoríparas, são fortes candidatos a receberem picadas do inseto. Quanto mais transpiração, maior será o acúmulo de ácido láctico, o que significa uma refeição saborosa para o mosquito. Por isso, a recomendação é tomar um banho logo depois de malhar e sair da academia.

Bactérias - Nossa pele está literalmente repleta de bactérias. Estima-se que o ser humano médio tenha cerca de um trilhão de bactérias em seu corpo. Os tipos de bactérias que vivem em nossa pele podem variar muito de pessoa para pessoa, e algumas variedades atraem os mosquitos. Pesquisas indicaram que pessoas com mais bactérias dos tipos Staphylococcus e Variovorax presentes na pele sofrem mais problemas com mosquitos.

Tipo de sangue - O tipo de sangue é um fator de risco para picadas de mosquito. Estudos descobriram que as pessoas com sangue Tipo O são mordidas com mais frequência, seguidas por pessoas com sangue Tipo B e Tipo A.

Dióxido de carbono - Os mosquitos são atraídos pelo CO2 que o ser humano expira. Indivíduos que produzem mais CO2 podem ser picados com mais frequência, como mulheres grávidas e pessoas com excesso de peso. Os bebedores de cerveja também podem ser mais picados, já que respiram de forma mais pesada e lenta sob o efeito da bebida.

Fonte: Sitedecuriosidades
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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Perda da biodiversidade pode ocasionar em extinção em cascata

Uma pesquisa realizada mostrou que a perda da biodiversidade pode ocasionar em “extinção em cascata”, ou seja, a perda de uma espécie pode levar a um efeito dominó e diversas outras espécies irem se extinguindo também.

Os pesquisadores da Universidade de Exeter mostraram que as cascatas de extinção podem fazer com que as espécies desapareçam de forma mais rápida, pois se uma espécie entra em extinção, uma outra é “colocada” no seu lugar, justamente para que possa preencher esse espaço que ficou vago com o sumiço da outra espécie. [Veja o estudo.]

Mesmo que a perda de uma espécie não cause diretamente a sua extinção, o estudo mostrou que isso pode levar a comunidades ecológicas mais simples a correrem risco maior de “extinção em cascata”, justamente com a perda de milhares de espécies

Com os números da extinção das espécies sempre altos, e a grande quantidade de espécie que está sob ameaça devido à atividade humana, os resultados desses estudos são mais para avisar a todos sobre a consequência da diminuição da biodiversidade. 

“É importante que as espécies interajam entre si, justamente porque aí está presente a estabilidade do ecossistema”, informou o Doutor Dirk Sanders, do Centro de Ecologia e Conservação, do Campus Penryn da Universidade de Exeter, em Cornwall. “É porque as espécies estão interligadas através de múltiplas interações, se uma espécie sofrer algum impacto, a outra espécie poderá sofrer também”.

“Era previsto que as redes alimentares mais complexas serão menos vulneráveis à extinção em cascatas, porque nelas existe uma chance maior de que outras espécies possam pisar e frear os efeitos da perda de espécies”.


No nosso estudo, usamos comunidades de plantas e insetos para testar essa previsão, com isso, mostramos a todos o que estamos relatando nesses estudos.”

Num dos estudos realizados, os pesquisadores tiraram uma vespa e descobriram que isso fazia com que outras espécies entrassem em extinção secundária. Essas espécies eram indiretamente ligadas ao mesmo nível de rede alimentar. 

Esse efeito foi percebido muito mais nas comunidades mais simples do que para a mesma espécie em uma rede alimentar mais complexa. 

O doutor Sanders disse mais: “nossos resultados demonstram que a perda da biodiversidade pode aumentar a vulnerabilidade dos ecossistemas às extinções secundárias que, quando ocorrem, podem levar a uma maior simplificação, causando extinções em cascata”.

O estudo, apoiado pela Universidade francesa de Sorbonne, foi publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences. A matéria na qual o artigo está sendo publicado vem com o título: “A redundância da teia trófica reduz a vulnerabilidade das extinções em cascata”. 

Como funcionam as extinções em cascata?


A perda de um predador pode iniciar uma cascata, como no caso de lobos, onde sua extinção em uma montanha pode causar um grande aumento no número de cervos. Este número maior de veados, em seguida, come mais vegetal do que teria comido antes. Esta redução da vegetação pode causar extinções em qualquer espécie que também dependa das plantas, mas são potencialmente menos competitivas, como coelhos e insetos.


Reprodução: Sitedecuriosidades
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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Mudança no clima faz com que os morcegos migrem mais cedo

Tudo começou quando estava sendo estudada a maneira de como monitorar com segurança as colônias migratórias. Isso revelou uma grande descoberta, pois a mudança do clima está fazendo com que os morcegos migrem mais cedo e, em alguns casos, não façam a migração.

No passado foi relatado como as mudanças climáticas estavam afetando a vida selvagem ao redor do mundo: causando extinção no rato australiano, mudando os hábitos de algumas espécies, para que estas consigam sobreviver.Com tanta mudança, não é de se espantar que os morcegos estejam na lista dos animais afetados pelo clima sempre em mudança, pois eles são seres que costumam viajar para lugares quentes quando as temperaturas começam a cair.



Os morcegos, quando viajam, costumam ir em bando, contem mais de um milhão deles. Uma ideia de como é feita essa viagem é que os morcegos mexicanos, quando migram do México para a Gruta Bracken, no Texas, o tamanho do bando é tão grande que pode ser rastreado usando um radar meteorológico.

Dois meteorologistas da Rathamsted Research do Reino Unido, Phillip Stepanian e Charlotte Wainwright, estudaram recentemente a migração dos morcegos ao analisar durante anos de dados de radar meteorológico. A pesquisa foi publicada na revista Global Change Biology, revelando que esses morcegos estão migrando para o Texas muito mais cedo do que em décadas anteriores.

“Nós descobrimos que os morcegos estão migrando para o Texas aproximadamente duas semanas antes do que era há 22 anos. Eles chegam agora, em média, em meados de março, em vez de no final de março”, afirmou Wainwright.

Além desse fator, desde 2017, cerca de 3,5% da população de morcegos permanece no inverno. Stepanian afirmou que as mudanças climáticas estão fazendo com que a primavera comece mais cedo, o que faz com que os insetos se mudem para o Texas mais cedo, dando aos morcegos algo para comer sempre ter a necessidade de migrar.

“Para nós, esse tipo de acontecimento afirma que as condições de inverno estão se tornando mais toleráveis para os morcegos, o que faz com que eles, ao invés de irem para o sul, prefiram não sair do Texas”, continuou Stepanian.

Com isso, espera-se que este ciclo seja interrompido e tenha um impacto natural no número de morcegos a serviço o controle de pragas, graças ao seu enorme consumo de insetos, em outras partes do país. Isso poderia fazer com que as culturas locais falhassem devido ao número de insetos remanescentes na área, o que poderia levar ao aumento de pesticidas e, consequentemente, mais mortes de abelhas.

Para piorar, uma mudança nos padrões de migração de morcegos poderia alterar a sua capacidade de reprodução. Os morcegos fêmeas produzem um filhote de cada vez, e confiam que a traça do milho será suficiente para alimentá-los. Se a mudança climática altera o ciclo de vida da traça, os morcegos terão que procurar outra fonte de alimentos.

O morcego mexicano de cauda livre não está sozinho. Outras espécies estão sofrendo com as mudanças climáticas, fazendo migração cedo, como o Bastão Pipistrelle de Nathusius no Reino Unido, os morcegos femininos na Índia e em todo o leste dos Estados Unidos e diversas espécies da Floresta Amazônica.

"Nosso objetivo inicial foi apenas mostrar que os morcegos poderiam ser monitorados remotamente sem perturbar a colônia", disse Stepanian. "Não esperávamos ver nada digno de nota. Os resultados foram surpreendentes."

Reprodução: Sitedecuriosidades
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quarta-feira, 9 de maio de 2018

Você é capaz de criar sua própria realidade através da emoção

Por essa alguns nem esperavam, até mesmo a ciência, que surpreendeu uma equipe de pesquisadores que desenvolveram uma série de experimentos, alguns em laboratório, com o intuito de comprovar que o ser humano é capaz de criar/modificar a sua própria realidade de acordo com as emoções que ele sente, e saiba que tudo isso tem a ver com o DNA humano.

Mas, como isso acontece? Onde o DNA se encaixa nessa história? Quais foram os experimentos feitos pelo grupo de cientistas e por que chegaram a essa conclusão? Bem, a resposta para essa e outras perguntas que devem ter surgido na sua mente estão aqui neste post. Fique com a gente e saiba o porquê de você ser capaz de mudar a sua própria realidade através de suas emoções. Vamos lá!

O experimento
Um grupo de cientistas se reuniu e fizeram dois experimentos testes, o objetivo era saber apenas como os objetos estudados se comportariam em algumas situações, mas o resultado foi extremamente surpreendente, até mesmo para eles.

Eles levaram em conta que quando o ser humano sente alguma emoção específica, todo o seu corpo age de maneira a se adaptar aquele estado de espírito. Isso é algo comprovado cientificamente, envolvendo o cérebro, coração e diversas partes do corpo. Por isso, tiraram amostras de células do corpo e observaram como elas se comportavam.



No primeiro experimento eles isolaram o DNA de uma determinada pessoa em um recipiente e depois colocaram esse recipiente em um local distanciado do seu portador. Ou seja, o dono do DNA ficou longe desse frasco por uma distância considerável.

A partir daí os cientistas submeteram a pessoas dona do DNA do frasco a estímulos emocionais, como felicidade ou tristeza, e perceberam que a molécula de DNA que estava no frasco, mesmo a certa distância e ainda fora do corpo, conseguiu captar a mensagem e se comportou de maneira conjunta.

Aconteceu basicamente o seguinte: quando o dono do DNA posto no recipiente era submetido à estímulos emocionais negativos o DNA se contraia e quando as emoções eram o contrário, positivas no caso, o DNA que estava no frasco relaxava.

Se sentindo bastante embasbacados os cientistas acabaram por ter de afirmar que “a emoção humana produz efeitos que desafiam as leis convencionais da física”, uma vez que o DNA do frasco conseguia entrar em contato com o corpo humano de onde foi retirado, mesmo a distância, e sentir as suas emoções.

Já no segundo experimento eles tentaram ver o comportamento de glóbulos brancos à estímulos emocionais de seus portadores. Perrceberam a mesma reação do 1° experimento, o DNA respondendo na mesma hora que o corpo reagia aos estímulos emocionais, mesmo que em grande distância e em salas separadas.

Conclusão e possível explicação para o fenômeno

Os cientistas concluíram que o DNA é capaz de se comunicar além do espaço e do tempo, de forma correta e no mesmo momento que o corpo de seu portador sente os estímulos emocionais.

E, como isso se aplica a questão de moldar a realidade? Bem, é o seguinte: O que vemos são fótons juntos a nossa visão, que formam as formas que enxergamos, e os cientistas submeteram o DNA aos fótons no vácuo e viram que eles tomam a forma do DNA quando esse é inserido, fazendo-nos levar em conta que quando estamos tristes nossa DNA se comprime e os fótons de nossa visão seguem a mesma configuração, fazendo-nos ver aquele dia triste, sem cor e com aspecto escuro e fosco.
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sábado, 21 de abril de 2018

Cientistas anunciam nova espécie humana-ovelha híbrida

Cientistas idealizaram uma experiência de unir dois seres de espécies diferentes e mostraram o resultado. Se da primeira vez a experiência se deu entre um porco e um homem, dessa vez o experimento foi entre um homem e uma ovelha.

A primeira tentativa de unir um animal a um homem se deu com um porco. Após ver que a experiência foi bem sucedida, os cientistas quiseram aumentar o seu campo de estudo e análises e resolveram testar a mistura de um homem com uma ovelha.

Essa experiência está sendo possível através da fundição do embrião ovino com células-tronco humanas.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Stanford produziu o último resultado na polêmica prática de crescimento de uma espécie híbrida. Desta vez, a união foi do embrião da ovelha com as células-tronco do homem.

A experiência com ovelha e homem foi baseada na criação da primeira espécie híbrida, homem e porco, realizada pela Universidade da Califórnia, no ano de 2016. O intuito da pesquisa foi verificar se os órgãos humanos poderiam ou não ser cultivados em outra espécie.

A equipe de Stanford estava explicando a sua escolha pela ovelha, baseado no fato de que o animal possui os órgão com quase o mesmo tamanho dos homens, Portanto, o experimento em vitro seria mais fácil com ovelhas do que com porcos. Uma vez conseguida a união, os órgãos humanos poderiam ser utilizados para transplantes, apresentando, assim, uma solução para a lacuna entre a oferta de demanda e a solicitação de transplantes de órgãos em todo o mundo.

“É evidente que o intuito deste experimento é saber se poderemos utilizar tecnologias de células-tronco e de modificação de genes para gerar novos tecidos e órgãos humanos geneticamente correspondentes e estamos todos confiantes de que conseguiremos êxito com essa nossa experiência” disse o Professor Juan Carlos Izpisua Belmonte no ano passado. 



Segundo Belmonte, em especialista em modificação de genes, já pesquisou a provável geração de células e tecidos humanos em porcos e gados, além de ter desenvolvido um pâncreas, coração e olhos de rato num ratinho em desenvolvimento. Essa pesquisa foi publicada na revista Cell no ano passado.

Até o presente momento, não há nenhum documento publicado detalhando o último experimento da equipe de Stanford. O trabalho só foi discutido numa única apresentação, na reunião da Associação para o Avanço da Ciências que aconteceu no Texas, esta semana.

Embora seja algo fascinante, é de se notar que os pesquisadores não produziram uma ovelha completamente desenvolvida, nem o experimento utilizou de células-tronco humanas em grandes quantidades.

Na realidade, apenas 0,01 por cento das células embrião do carneiro eram humanas. Seria necessário estimar um por cento das células-tronco humanas para desenvolver órgãos humanos. Além disso, o porco-humano, que foi o precursor deste experimento, teve seus embriões de ovinos e humanos destruídos cerca de 28 dias depois.

À medida em que as experiências vão avançando, pode-se esperar que diversas pessoas irão falar. Algumas serão contras, outras a favor. Esse estudo poderia ferir a esfera ética, mas não se pode negar os benefícios que poderiam surgir com isso.

Só nos Estados Unidos, 22 pessoas morrem todos os dias esperando da fila dos transplantes. Estimular novas fontes de produção de órgãos seria interessante, ainda mais para aqueles que aguardam um bom tempo nessas filas.
Reprodução: FonteDeCuriosidades
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quinta-feira, 19 de abril de 2018

"Immortality Drive", o DNA armazenado pela Estação Espacial.

Os seres humanos têm um impulso interno que nos faz desejar imortalidade. Não só como seres individuais, que é o que nos leva a tentar encontrar formas de viver mais anos, mas também como uma espécie. Talvez esse "impulso" seja devido ao fato de que uma "unidade da imortalidade" foi criada literalmente.

Richard Garriot, designer de videogames, empresário e um dos primeiros turistas espaciais, criou um microchip no qual a sequência de DNA de uma série de pessoas escolhidas por vários motivos está codificada. Entre os escolhidos estão personalidades como o físico Stephen Hawkins, mas também comediantes como Stephen Colbert, modelos, escritores ou atletas. Trata-se de obter uma mistura eclética de seres humanos destacados em algum aspecto.

Foi em 12 de outubro de 2008, quando a nave espacial Soyuz chegou à Estação Espacial Internacional e transportou a bordo um pequeno tesouro de sobrevivência. Entre outros objetivos, a missão espacial tinha o objetivo de depositar na Estação Espacial um dispositivo de memória que não contém o DNA dos seres humanos, mas as sequências digitalizadas desse DNA. Além disso, o microchip tem a função de atuar como uma cápsula do tempo e contém, entre outras coisas, uma cópia do livro infantil escrito por Stephen Hawking e sua filha Lucy "Chave Secreta do George para o Universo" (A chave secreta do universo), uma cópia do filme Star Wars.



Garriot, como criador e desenvolvedor de jogos, levou a criação do Immortality Drive como brincadeira e até realizou um concurso para a escolha de algumas personalidades e dados que contivessem a cápsula do tempo. No entanto, ele não escondeu sua intenção de que, a partir dessa memória, em algum momento, seres extraterrestres com tecnologia avançada alcançassem a estação, eles tinham a base, de alguma forma, em ressuscitar a humanidade.

Fonte: https://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/immortality-drive-a-capsula-do-tempo-que-armazena-o-dna-humano-digitalizado-na-estacao-espacial.html
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terça-feira, 17 de abril de 2018

Imagens de satélite da NASA mostram uma prova chocante da Engenharia Climática


Imagens capturadas por satélites da NASA mostram como as ações humanas estão modificando de forma alarmante a engenharia climática do planeta, um sistema que era perfeitamente equilibrado antes de o homem começar a modificá-lo.

As fotos da NASA são uma prova impressionante e inegável da geoengenharia e de como a radiação solar tem afetado os sistemas do próprio planeta Terra que trabalham para dar suporte à existência de vida.

O que pode se notar é que os metais pesados e químicos altamente tóxicos que são sistematicamente pulverizados em nossa atmosfera a partir de aeronaves são manipulados com sinais de radiofrequência. Esses sinais são transmitidos de inúmeros locais ao redor do globo a partir de plataformas de transmissão. O impacto das transmissões de micro-ondas é significativo nas formações de nuvens e em outros fenômenos.

As transmissões de Alta Frequência (HAARP) sobre a Ilha do Príncipe Eduardo, Canadá.

Na série de imagens de satélite da NASA é possível observar diversas mudanças de impactos nas nuvens. Isso mostra que o nível de intervenção climática no ambiente está interrompendo a atuação da atmosfera da Terra e dos sistemas que garantem suporte à vida. Em um futuro não muito distante, essa realidade pode resultar em acontecimentos catastróficos para o mundo todo.






As imagens analisadas são de áreas da costa leste da Austrália, costa oeste da África, costa californiana, sul da Espanha no Mar de Alboran, costa noroeste da Austrália, Oceano Pacífico Oriental a oeste da Baixa Califórnia e do Oceano Austral, perto da Antártida.

Consequências das mudanças na engenharia climática da Terra


Atualmente, 85% dos furacões que afetam os Estados Unidos são originários da África. Os sistemas de baixa pressão migram para o oeste, fora da costa africana. Um alto volume de engenharia climática ocorre nessa região.



Segundo um artigo de notícias da FOX, a existência de muita poeira e ar seco na atmosfera causa uma interferência nos ritmos e sistemas naturais da Terra, gerando uma longa lista de efeitos catastróficos. Os dados disponíveis indicam que em cenários distintos, a engenharia climática tem influenciado a ocorrência de ciclones e outros fenômenos naturais.








O furacão Matthew pode ter sido um exemplo da manipulação da engenharia climática, na qual houve uma série de transmissões de radiofrequência, de micro-ondas extremamente poderosas e aerossóis atmosféricos. Essas transmissões deixam um padrão de assinatura nas formações de nuvens de alto nível que estão saturadas com nanopartículas de metais pesados.

Depois de mais de 65 anos de intervenção climática, danos muito reais aos sistemas de apoio à vida na Terra estão acontecendo. Por isso, engenheiros em todo o mundo estão pesquisando formas de mitigar os danos já causados ao planeta e a seu sistema climático.

Reprodução: Fontedecuriosidades
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terça-feira, 10 de abril de 2018

Como Funcionam as Bebidas Energéticas?

As bebidas energéticas, muito consumidas por atletas e jovens, são produzidas e distribuídas de duas formas. Primeiro existem as bebidas isotônicas, que têm como função a reposição de líquidos, como o Gatorade.

Depois temos as bebidas à base de cafeína, como Red Bull, que têm efeito estimulante. No caso desse tipo de bebida energética, elas conseguem diminuir a sonolência e garantem ganho extra de energia.

No entanto, se ingeridas em excesso, essas bebidas podem provocar efeitos colaterais sérios, como aumento da frequência cardíaca, insônia e câimbras. Além disso, as substâncias dessas bebidas também podem causar dependência.

As bebidas energéticas são consideradas hipertônicas, e são feitas a partir de metilxantina, vitaminas do complexo B, açúcares, guaraná, ginseng, maltodextrina, inositol, taurina, carnitina, creatina, glicuronolactona, ginkgo biloba, entre outros ingredientes.

Veja abaixo como funcionam os principais componentes das bebidas energéticas:
Taurina – atua na contração do músculo cardíaco, pode criar uma sobrecarga física para o miocárdio. As pesquisas ainda são vagas, sendo que especialistas também acreditam que a substância age como antioxidante muscular, diminuindo os danos causados por longas horas de exercícios.

Glucoronolactona - auxilia nos processos de eliminação de toxinas, age como um desintoxicante, diminuindo a fadiga e melhorando a performance.

Cafeína - melhora o desempenho físico e cognitivo, pois aumenta o fluxo sanguíneo nos músculos e no sistema nervoso central, mas o consumo exagerado pode causar tremores, desordens do sono e problemas gastrointestinais.

As bebidas energéticas, quando consumidas da maneira adequada, não causam problemas à saúde. A preocupação com esse tipo de bebida está relacionada aos excessos e à mistura desse tipo de preparação com bebidas alcoólicas.

É importante ressaltar que médicos e especialistas não recomendam o uso indiscriminado desse tipo de bebida.


Reprodução: SitedeCuriosidades
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