quarta-feira, 21 de junho de 2017

Já é possível criar seres humanos em impressoras 3D?

A resposta para o questionamento do título dessa matéria, sendo curto e grosso, é ainda não. Mas isso não quer dizer que não haja planos e até uma empresa criada para desenvolver uma impressora capaz de “imprimir” um ser humano completamente, por exemplo, em outro planeta. Hoje em dia, esse dispositivo já existe e consegue imprimir proteínas, mas no futuro, a ideia é que possa praticar o que os cientistas chamam de “teletransporte biológico”.
Essas são as ambições da Synthetic Genomics, a empresa criada pelo geneticista e biotecnólogo Craig Venter para ajudar com a evolução tecnológica do Digital-to-Biological Converter, ou no bom e velho português, conversor digital para biológico.
O dispositivo, que ainda funciona como um protótipo aparentemente desorganizado, é capaz de montar estruturas de DNA usando os blocos adenina, citosina, guanina e timina.

Ter uma impressora como mãe?

O aparelho funciona como uma impressora que, em vez de cartuchos de diferentes cores de tinta, usa elementos químicos que formam o corpo humano. Seu criador, Venter, esteve envolvido no projeto de mapeamento do genoma humano e vem tentando criar uma sequência de DNA assim, artificialmente, praticamente do nada, há anos.
São muitas as aplicações que uma “impressora 3D de gente” poderia ter, mas a que mais chama atenção, tanto pela ousadia quanto pela polêmica que certamente viria a causar, é seu envolvimento em um possível projeto de terraformação de Marte que a SpaceX de Elon Musk pretende realizar em um futuro próximo.
Segundo o próprio Venter, as impressoras poderiam ser usadas no Planeta Vermelho para a criação de bactérias que poderiam alterar completamente o meio ambiente marciano, chegando ao ponto de gerar vida mais complexa que daria a Marte condições de ser habitado por humanos.

Beirando (e ultrapassando) a ficção

Mais ousado ainda que isso, e claro, pensado para um futuro ainda mais remoto, é a possibilidade de “imprimir” as próprias pessoas em solo marciano em vez de passar meses e gastando muito dinheiro tentando enviar pessoas da Terra. Um dispositivo mais complexo poderia, na teoria, montar uma estrutura completa de um humano novinho em folha em locais ainda mais distantes.
O problema é que a prática ainda está tão inserida em uma realidade de ficção científica que apenas o tempo vai poder mostrar se é algo realmente viável. Humanos impressos em uma impressora 3D? Talvez nossa geração não esteja mais aqui para testemunhar essa façanha da tecnologia.
Reprodução: Megacurioso
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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Novo estudo faz corpo “se lembrar” do câncer e bloquear seu desenvolvimento

O tratamento para o câncer, assim como a procura por algum tipo de cura, é um dos maiores desafios da Medicina. Uma nova pesquisa, divulgada pelo Science Immunology, no entanto, parece abrir as portas para novas esperanças nesse sentido.
Nela, os pesquisadores encontraram uma maneira de treinar nosso sistema imunológico a eliminar células cancerosas e a reconhecê-las, caso retornem. Isso não acontece naturalmente, já que o câncer atua manipulando os mecanismos de defesa do nosso organismo, fazendo com que o sistema imunológico não funcione e, em alguns casos, acabe atacando o próprio corpo.
Uma das estruturas imunológicas mais prejudicadas pelo câncer é a chamada célula T reguladora, a CD4, que, quando é atacada, deixa as células cancerígenas se multiplicarem. A lógica nos diz que, encontrando uma forma de fazer com que a CD4 reaja ao câncer como reage a outros intrusos, teríamos uma nova forma de combater a doença, certo?
O novo estudo consistiu em novas formas de interações na CD4 através dessa molécula. Para isso, os cientistas usaram como base camundongos com melanoma, câncer de cólon e câncer cerebral.
Os resultados revelaram que é possível usar a molécula para que a CD4 trabalhe de maneira diferente diante de células cancerígenas e, em vez de paralisar frente a elas, as ataque com anticorpos. As análises dos ratinhos utilizados nos testes revelaram que eles apresentaram menos células cancerosas.
Quando os pesquisadores misturaram anticorpos com as vacinas tumorais, o que se viu foi que os tumores pararam mesmo de crescer e que os efeitos duraram meses. O tratamento ainda criou o que os pesquisadores chamaram de “memória” dos tumores no sistema imunológico dos roedores, o que fez com que eles reconhecessem as células cancerosas mais cedo e evitassem recaídas.
Essa pesquisa ainda não é conclusiva, até mesmo porque só foi testada em ratos e em locais onde os tumores não cresceriam naturalmente nesses animais. De qualquer forma, essa descoberta é um passo em direção a novos métodos de estudo e, por consequência, a possíveis novos tratamentos para a doença.
Reprodução: MegaCurioso
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sábado, 27 de maio de 2017

A evolução pode explicar o comportamento solitários dos gatos!

Muitos donos de gatos já devem ter percebido que esses animais tendem a ser mais solitários do que os amigos cachorros, por exemplo. O que muita gente não sabe é que isso tem uma resposta evolutiva interessante.
A vida em bando é comum na natureza.  Até mesmo os leões, que são parentes do gato doméstico, vivem em grupo. As vantagens da vida em grupo na natureza são várias: proteção, alimentação, fuga de predadores e posicionamento social dentro do bando. Além disso, a busca por parceiros para acasalamento não precisa de prolongar por uma extensão longa, o que é um problema para animais que vivem sozinhos.

Porém, mesmo com tantos benefícios, a vida em grupo pode não ser vantajosa para alguns animais. O leopardo, por exemplo, precisa de alimentar de 23 kg de carne por poucos dias, e a competição pelo alimento seria muito desvantajosa.
Os leões são uma exceção à regra felina. Mas isso acontece por uma questão territorial. Além disso, o tamanho da caça é capaz de alimentar vários animais por vez.
Os gatos domésticos, por outro lado, caçam animais pequenos, e dividir não é um bom negócio. Essa característica está tão impregnada na vida dos gatos que nem mesmo a domesticação alterou esse comportamento solitário. Talvez porque esses animais não foram domesticados pelo homem, e sim se juntaram a eles para buscar por alimento, proporcionando também uma vantagem para os humanos: o controle da infestação de ratos.
Não que os gatos domésticos sejam totalmente antissociais, mas a relação com outros humanos ou com outros animais depende inteiramente deles, por serem animais independentes.
Reprodução: Diariodebiologia
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sexta-feira, 26 de maio de 2017

O salmão que você come não veio do mar e a carne é tingida com pigmento artificial

A carne de salmão é uma das carnes de peixe mais lindas que existe. A coloração encanta e deixa a carne apetitosa. Mas, na verdade, o salmão é um peixe originalmente de carne branca como os outros que conhecemos. Aquela coloração avermelhada que conhecemos é devido a um pigmento chamado astaxantina, um carotenoide que é sintetizado por algas e organismos unicelulares que por sua vez são a comida preferida dos camarões.
O camarão e outros crustáceos, são a comida preferida dos salmões que vivem selvagens.  A astaxantina presente no corpo do camarão também fica acumulada nos músculos do salmão. Comendo camarão o tempo todo, o salmão torna-se rosado, pois não conseguem se livrar do pigmento.

SALMÃO DE CATIVEIRO, É ESSE QUE VOCÊ COME!

A maioria do salmão que vimos por aí, vem de criação de viveiros que alimentados principalmente com comida para peixe que, obviamente, não contém camarão, pelo alto custo. Sem comer camarão o salmão de viveiro tem a carne branca como qualquer outro peixe.
No entanto, o consumidor não está interessado em salmão branco, mesmo que o gosto da carne seja o mesmo. Assim, os criadores adicionam na dieta do salmão, o pigmento astaxantina sintético (que é mais barato) ou extraído a partir da farinha de camarão. Então na verdade, o salmão que comemos nos restaurantes, são tingidos por pigmento sintético.
Reprodução: Diariodebiologia


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quinta-feira, 25 de maio de 2017

veja porque você deve parar de usar sutiãs adesivos de silicone agora mesmo

Depois do surgimento dos sutiãs adesivos de silicone (quase invisíveis) muitas mulheres se viram livres do problema de não poder usar aquela roupa especial em uma festa porque o sutiã aparecia e atrapalhava tudo! O problema é que muitas mulheres criaram um habito terrível de substituir quase integralmente o sutiã tradicional por essas peças de silicone.
Especialistas dizem que este tipo de peça íntima deve ser imediatamente banido do mercado. Os problemas envolvem cultura de fungos e bactérias e consequentemente doenças de pele que podem causar uma tremenda dor de cabeça. O que acontece com os sutiãs de silicone é  que eles impedem a transpiração, abafam a região e aumentam a possibilidade de propagação de micro-organismos, ou seja, é um material impermeável que retém o suor.
O suor acumulado em uma região como a dos seios é uma belíssima e eficiente cultura para bactérias. Apesar de nossa pele ter uma barreira notavelmente eficaz contra as infecções bacterianas, ao abafar os seios e atrapalhar a respiração natural a proliferação de bactérias é quase inevitável. Doenças como foliculite, acne de contato e dermatites que dão coceira na região são as mais comuns.
Ainda há a possibilidade de desenvolver micoses no local, devido a proliferação de fungos que adoram alta umidade de calor. Uma doença fúngica na pele dos seios pode comprometer a região do mamilo seriamente. E tem mais, a região abaixo dos seios que é conhecida como sulco inframamário, é uma área propícia para o crescimento de fungos como o ‘Candida albicans’, um causador comum de infecções em humanos.
Portanto, este tipo de sutiã não favorecerá em nada a saúde da mulher, e, pior, ele vai ajudar que micro-organismos oportunistas te tragam um problema de pele que só poderá ser tratado por um dermatologista.
Reprodução: Diariodebiologia
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terça-feira, 23 de maio de 2017

Estes 6 alimentos deliciosos que têm alto poder inflamatório e você deveria passar a evita-los agora mesmo!

Diversos médicos já têm alertado para a relação de doenças como artrite, fibromialgia, diabetes e obesidade com inflamações crônicas no nosso corpo. Inclusive, diversos tipos de canceres estão vinculados a processos inflamatórios. Hoje, manter uma dieta anti-inflamatória é de fato a melhor maneira de não contribuir para o surgimento e agravamento de doenças. E melhor, ficar longe de alimentos que causam e pioram infecções é outra boa saída para uma vida saudável. Afinal, você é o que você come!

 PÃO BRANCO

Apesar de um estudo recente revelar que o pão branco é benéfico para bactérias essenciais para nosso intestino, no ponto de vista inflamatório parece não ser tão bom. O pão branco leva 90% de farinha de trigo em sua receita. De acordo com Julie Daniluk, autora do livro “As refeições que curam a inflamação”, a farinha de trigo fica no topo da lista dos causadores de inflamação já que ela vira açúcar branco já em sua boca. O trigo é composto contém amilopectina A, um tipo de carboidrato único que assim que é entra no organismo, já começa a elevar muito o açúcar no sangue mais do que a maioria das outras fontes de carboidratos. Quando o açúcar no seu sangue atinge picos, você acaba tendo um processo inflamatório.


 SALSICHAS

Obviamente, as salsichas não poderiam ficar de fora. Essas carnes contêm nitratos e purinas, elementos químicos que aumentam as inflamações no corpo. As carnes processadas ainda são ricas em toxinas e contém um elemento chamado Advanced Glycation End Product (AGE), que causa muitas inflamações no organismo.

 BATATAS FRITAS

Já era de se esperar que a amada batata frita estivesse na lista. O problema dela, não é a bata e sim a fritura. As frituras, contém alto teor de gordura, são uma das principais causas da inflamação, principalmente na região abdominal. Mas, as batatas podem ser ainda pior. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, fritando as batatas eleva o óleo a altas temperaturas – o suficiente para criar uma borda crocante – produz uma neurotoxina chamada acrilamida”, causadora de inflamações generalizadas. Dica: Passe a fazer as batatas assadas no forno em baixas temperaturas.

 PIPOCA DE MICRO-ONDAS

Depois do surgimento das pipocas de micro-ondas, a maioria das pessoas simplesmente esqueceu que podem preparar este alimento em casa de forma saudável e natural. O problema das pipocas de micro-ondas está no aroma artificial de manteiga que tem sido associado a inflamações. A substância usada é prejudicial tanto aos pulmões quanto ao fígado. Quando abrimos o saco, aquele vapor quente do saco pode causar irritação pulmonar. Além disso, a pipoca “de mentira” contém gorduras de óleos parcialmente hidrogenados e altamente processados. Quando cozidos a uma temperatura elevada, formam a gordura trans que também é inflamatória.

 AÇÚCAR REFINADO


Sem dúvida uns dos grandes vilões desencadeador de inflamações. O açúcar refinado também aumenta o nível Advanced Glycation End Product (AGE) no corpo, causando inflamação. O açúcar também libera um agente inflamatório no corpo chamado citocina. O excesso de açúcar também leva ao aumento de peso, o que consequentemente coloca mais pressão sobre as juntas, aumentando a dor.

 REFRIGERANTES

Refrigerantes são vilões em tudo. Mas, muitas pessoas adoram refrigerantes e outras bebidas com gás, pois oferecem uma sensação agradável ao serem ingeridas. No entanto, as altas taxas de açúcar contribuem para inflamação. E pior, o gás (dióxido de carbono) presente nos refrigerantes e bebidas gaseificadas causam problemas como a acidez e o inchaço, o que desencadeia processos inflamatórios ou o agravamento de uma eventual inflamação.
Reprodução: Diariodebiologia
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sexta-feira, 19 de maio de 2017

O que acontece com os sabonetes usados pelos hóspedes que ficam no banheiro do hotel? Você nunca imaginaria que isso poderia acontecer

Quando nos hospedamos em hotéis e pousadas, geralmente, são oferecidos sabonetinhos, shampoos, condicionadores e até hidratante corporal. Na verdade, é normal que se use uma ou duas vezes o sabonete 
e o resto acaba sobrando e ficando sobre a pia. No dia seguinte, a “moça da limpeza” faz a manutenção dos quartos e leva com ela o sabonetinho usado colocando novo outro no lugar. Aposto que você acredita que esses pedacinhos de sabão, restinhos de shampoo e todos os outros vão para o lixo, não é? Errado!
Se você fizer as contas, cada sabonete em cada quarto de hotel de milhares e milhares de hotéis em todo o mundo, resulta em toneladas de barras desperdiçadas. Sem contar os demais produtos de higiene que são postos à disposição dos hóspedes. Durante uma hospedagem, Shawn Seipler percebeu que o funcionário jogou os restos de seu sabonete e shampoo no lixo e neste momento, teve um insight incrível.
Shawn teve uma ideia brilhante para se livrar dos produtos de higiene que sobram dos hotéis. De acordo com suas estimativas, a cada dia cerca de 5 milhões de barras de sabão são desperdiçados, enquanto milhões de pessoas não promovem higiene pessoal por falta de produtos adequados. Em casa passou a pesquisar sobre métodos de desinfecção de sabão para reutilização. Ele descobriu então, que há um método de fusão, onde se pode derreter e limpar sabonetes para fazer produtos novos livres de bactérias, fungos e material orgânico em geral.

CLEAN THE WORLD

Shawn  criou a “Clean the World”, uma organização sem fins lucrativos responsável pela coleta e utilização das sobras de produtos higiênicos dos hotéis. O principal objetivo?  Reciclar os sabões usados e fazê-los chegar às pessoas que necessitam.
No início, não foi fácil. Ele tinha o projeto, tinha a ONG, mas precisava lutar para conseguir o apoio e a cooperação de hotéis pequenos e grandes. Visitando pessoalmente cada hotel da região, em uma semana ele tinha uma garagem lotada de restos de sabonetes, shampoos e condicionadores. Agora as coisas mudaram, e os hotéis que decidem aderir à iniciativa e pagam uma taxa simbólica de 50 centavos de dólar por quarto a cada ano. Ou seja, um hotel com 200 quartos, paga 100 dólares por ano para a “Clean the World”. Com esse dinheiro a ONG paga funcionários, resolve a logística, pagam as contas da ONG.
De acordo com Shawn uma em cada quatro mortes das 16.000 crianças menores de cinco anos que morrem a cada ano no mundo, são resultado de doenças como a diarreia e verminoses, que são facilmente transmissíveis se a higiene não for adequada. “A cada 15 segundos uma criança morre no mundo por não ter os produtos necessários para a limpeza diária… nós ainda temos muito trabalho a fazer”, disse.
Reprodução: Diariodebiologia
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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Veja 5 alimentos que você adora, mas que se forem comidos crus podem te matar!

Uma alimentação natural, com comida viva (crua), contém enzimas vivas que auxiliam na digestão e são ativadas assim que digeridas. Com o cozimento, as enzimas são destruídas e nosso corpo passa a usar ou produzir suas próprias enzimas para digerir os alimentos cozidos. No entanto, os especialistas alertam: Alguns alimentos bastante comuns no nosso dia-a-dia podem até te matar se forem ingeridos sem cozimento. Veja alguns deles:

⚠ MANDIOCA (AIPIM, MACAXEIRA)

Quem diria? A mandioca, um dos alimentos mais populares no Brasil, é fortemente venenosa. Todas as variedades de mandioca apresentam um alto conteúdo de ácido cianídrico, que varia entre 15 e 400mg por quilo da mandioca, de acordo com a variedade. Esse mesmo veneno, foi utilizado pelos Nazistas para executar os judeus nas câmaras de gás. A maior quantidade de toxina está concentrada nas folhas, no entanto, a raiz – parte que comemos – possui traços da substância que são eliminados somente com o cozimento.

⚠ OVO

O problema é que o ovo sem o cozimento pode estar contaminado com a bactéria Salmonella e deixa você bem doente. Em casos de idosos e crianças que a imunidade é baixa, a infecção por Salmonella pode até matar. Cerca de 1 a cada 30 mil ovos estão contaminados com essa bactéria.

⚠ FRANGO

A carne de frango é um dos alimentos mais perigosos de serem ingeridos crus. Às vezes, devido à forma como é tratado nas unidades de transformação, o frango cru contém Salmonella, um grupo de bactérias que é a causa mais comum da intoxicação alimentar. Quatro a sete dias após o consumo, a bactéria infecta o trato intestinal, causando febre, diarreia, cólicas abdominais e vômitos. Isso, no entanto, é o melhor cenário. A carne de frango, mesmo congelada, pode conter a bactéria e, além dela, a Campylobacter também é comum na carne de frango. Não se deve comer frango malpassado de jeito nenhum e cru, nem pensar! 

⚠ FEIJÃO

Comer feijão cru pode ser um erro irreversível. O feijão contém uma toxina natural chamada lectina que funcionam como inseticidas naturais e protegem as plantas de agressões externas como insetos, micróbios ou animais. No nosso corpo, a lectina não é destruída na digestão por enzimas ou acidez do estômago, o que resulta em lesões nas células e tecidos do sistema estômago-intestino, assim interfere na absorção de nutrientes e altera a flora intestinal e sistema imunológico do intestino. O Feijão mais perigoso nestes casos é o feijão vermelho, que pode causar intoxicação aguda se não for muito bem cozido.

⚠ CARNE BOVINA

Os amantes do churrasco mal passado vão se surpreender agora. Comer carne vaca malcozida pode te deixar bem doente. Comendo carne crua você poderá contrair Salmonella (a mesma bactéria da carne de frango) Yersinia, Campylobacter, E. coli (bactéria intestinal, indicadora de contaminação fecal de alimentos, algumas variantes dessa bactéria causam diarreias graves com sangue), Staphylococcus, ListeriaEnterococcus, Vibrio, entre outros. Além dessas bactérias, a carne pode conter, ainda, vermes, como o parasita Taenia.
Reprodução: Diariodebiologia
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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Estudo genético revela que pessoas com olhos azuis possuem forte tendência ao alcoolismo

“A cor do olho pode ser útil na clínica para o diagnóstico de dependência de álcool”, foi o que disse Arivis Sulovari autor de uma pesquisa que sugere: pessoas com olhos claros – cinzas, verdes e, principalmente, azuis possuem mais tendência ao alcoolismo. O estudo inédito que estudou o perfil genético de 1263 pessoas com ascendência europeia diagnosticados como viciados em álcool.
Mesmo analisando meticulosamente diversas variáveis como idade, gênero e etnia, a associação do álcool com pessoas de olhos claros permaneceu inalterada. O conjunto de genes responsável pela cor dos olhos continuava interagindo significativamente com o grupo relacionado ao alcoolismo, influenciando inclusive nos efeitos de ambos. Enquanto isso, aqueles que tinham olhos castanho escuro tinham chances bem menores de se tornar alcoólatras.
Agora, os pesquisadores querem ampliar o estudo, replicando os resultados para averiguar se há realmente uma relação cientificamente válida. Se ela for admitida, o desafio maior será determinar se é causada por fatores genéticos, ambientais, ou uma mistura dos dois. Até lá, podemos garantir que esta descoberta é uma grande oportunidade para os especialistas entenderem melhor os mecanismos do alcoolismo que ainda é pouco compreendido pela ciência.
Reprodução: Diariodebiologia

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