segunda-feira, 30 de julho de 2018

Um novo estudo mostra que os celulares estão ligados fortemente ao câncer

No ano de 2011, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), classificou os aparelhos celulares como um Grupo 2B, de possíveis cancerígenos, e cada vez mais as teorias de que a radiação do campo eletromagnético dos celulares pode desencadear o crescimento anormal das células, com o câncer continuando a crescer e ficando mais forte.

Em fevereiro, através de dois estudos sobre animais financiados pelo governo, duas descobertas foram publicadas. Estranhamente, a interpretação que foi feita dessa pesquisa, que foi conduzida pelo Programa Nacional de Toxicologia (NTP), que é um programa de pesquisa interagências atualmente sob os cuidados do Instituto Nacional de Ciências da Saúde Ambiental, que custou US$ 25 milhões, não deu importância às descobertas feitas pelos estudos.

Tumores cerebrais e cardíacos ligados à radiação de aparelhos celulares



A pesquisa do NTP fala de dois estudos: um feito em camundongos, e o outro, em ratos. Os ratos machos foram os mais propensos a desenvolverem tumores cardíacos, enquanto as ratas e os recém-nascidos expostos a altos níveis de radiação durante a gravidez e amamentação foram mais propensos a ter baixo peso corporal.

Foram observados danos ao DNA e ao tecido cardíaco, tanto nos ratos machos, quanto nas fêmeas, mas o resultado não foi observado nos camundongos. Outros tipos de tumores foram observados nos dois tipos de animais, como tumores cerebrais, próstatas, fígados e pâncreas.

Esses resultados puderam confirmar que a radiação do celular pode ser um fato cancerígeno, mas com baixa probabilidade.

Os animais ficaram expostos à radiação por 9 horas por dia, durante dois anos. De acordo com o The New York Times, os tumores do coração encontrados nos ratos machos, são parecidos com os neuromas acústicos, um tumor benigno em pessoas que envolvem o nervo que conecta o ouvido ao cérebro, que alguns estudos associaram ao fato de utilizar o aparelho celular.

Os cientistas também mostraram surpresa pelo fato de descobrirem os danos no DNA, já que é de comum entendimento com todos que a radiação não ionizante de radiofrequência não pode prejudicar o DNA.

Essas descobertas afetarão o lançamento do 5G?

Estando à véspera da data de lançamento da tecnologia 5G sem fio de alta velocidade nos Estados Unidos, será que essa descoberta pode afetar essa transição? Não afetará, mas ela causará uma redução no limite de exposição a essa radiação. Com essa descoberta, é aguardado por todos que os funcionários públicos e as empresas de telecomunicações não promovam o uso do dispositivo 5G para crianças.



Num relatório investigativo recente, Mark Hertsgaard e Mak Dowie revelam a campanha de desinformação e o aumento massivo da radiação, por trás do lançamento do 5G. A evidência mostra danos a mais de duas décadas. Em 1999, descobertas de mais de 50 estudos já levantavam questões sobre a segurança do celular. Essa evidência foi compartilhada em uma reunião a portas fechadas do conselho de Diretores da CTIA, que é a associação comercial para a indústria de dispositivos sem fio.

Essa pesquisa também sugeriu que a radiação do celular era capaz de causar danos genéticos funcionais. Por isso, a indústria de telecomunicações foi instruída a fazer a coisa certa: fornecer aos consumidores as informações necessárias para fazer um julgamento informado sobre quanto desse risco desconhecido eles desejam.

Reprodução: Sitedecuriosidades
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domingo, 29 de julho de 2018

Curiosidades sobre o beija flor que você não sabe!

O beija-flor pertence ao gênero dos apodiformes originário da subfamília dos troquilinos. Seu aspecto pequeno e alta velocidade de vôo tornam-lhe o único pássaro que pode planejar em seu voo. Eles são considerados os menores pássaros do mundo. Sua origem é na América Central, mas é possível encontrá-lo em mais áreas do mundo. A seguir vamos conhecer uma série de curiosidades desse animal.

As asas do beija-flor

Esses animais também são chamados de zununes por causa do zumbido característico que suas asas fazem enquanto voam. Seu movimento para cima e para baixo tem uma ordem aproximada de 70 vezes por segundo.

Beija-flores e flores

Eles precisam das flores, assim como fazem os beija-flores para sobreviver. As flores proporcionam o néctar, alimento por excelência destas aves e contribuem também para a polinização das flores, o que possibilita a sua reprodução.

Tanto a língua como o bico dos beija-flores estão adaptados à alimentação das flores. As línguas têm um formato em "W" para colaborar na "drenagem" do néctar, de modo que seus longos bicos facilitam a obtenção da profundidade das flores



As cores do beija-flor


Quanto à plumagem dos beija-flores, em três de suas quatro espécies, o verde é a principal tonalidade. Os machos têm uma mancha violeta / azul abaixo do olho e atrás da orelha e também possuem uma mancha brilhante na garganta.

A plumagem das fêmeas é semelhante à dos machos, mas as manchas do ouvido e da garganta são menores. As penas são levantadas quando excitadas, o que às vezes pode dar uma imagem mais brilhante. Suas penas são iridescentes, facilmente refletindo a luz e é por isso que muitas pessoas costumam associá-las a fadas.

Hábitos alimentares do beija-flor


Embora sejam pequenos pássaros, eles comem muito, podendo visitar mais de 1000 flores em um único dia para procurar comida. Eles podem comer até 60 vezes por dia para repor a grande quantidade de energia que usam no vôo. Seus pequenos corpos digerem os alimentos com facilidade e rapidez, tudo para obter os níveis de energia de que precisam.

Às vezes, eles comem pequenos insetos, mas preferem o néctar. Na América do Norte, por exemplo, algumas migrações comem muito mais do que o normal, o que possibilita que elas voem continuamente para o México ou a América Central.
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quinta-feira, 12 de julho de 2018

Qual é a postura mais saudável para dormir?

No momento de ir dormir, cada pessoa tem uma posição que a considera mais confortável para adormecer. Mas qual é a melhor posição ideal para dormir? Existe uma postura ideal para evitar dores nas costas?

Depois de inúmeros estudos, os especialistas recomendam uma série de posições que podem ser ideais para você dormir melhor, mesmo que avisem que não há uma posição perfeita para dormir. Neste artigo, tentaremos responder a todas essas questões e analisar as posturas mais utilizadas.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda descansar completamente, porque o sono é fundamental para uma boa saúde. Para isso, a educação postural é primordial. Você também terá que levar em conta que além de uma posição adequada, você tem que tentar obter um bom travesseiro e um colchão confortável. Dois fatores que ajudarão você a aproveitar ao máximo seu sono.

Qual é melhor posição para dormir?



A melhor posição para dormir é no lado esquerdo do seu corpo.

Sem dúvida, a postura mais saudável, segundo a maioria dos especialistas é dormir no lado esquerdo. Esta posição ajuda a reduzir o ronco enquanto melhora a respiração, além de também ser bastante benéfica para a coluna e ajudar a prevenir a azia. 

Dormir de lado favorece os processos do sistema linfático usado pelos mamíferos para limpar os resíduos do organismo. Em caso de gravidez ou sofrendo de lombalgia, esta também é a posição mais recomendada.

Outras posições comuns, mas menos recomendadas:

Face para baixo

Essa é uma das posturas mais comuns do sono e ao mesmo tempo menos recomendada. Dormir com a face para baixo produz muita tensão no pescoço e o uso continuado dessa postura pode levar a tendinite ou lombalgia. Se você está acostumado a dormir de barriga para baixo, recomendamos que você troque o travesseiro e verifique se ele é fino o suficiente para evitar o estresse lombar. Embora o mais aconselhável seja que você tente outra posição para dormir que seja mais favorável à sua saúde.


Face para cima


De acordo com os estudos realizados, esta é a segunda posição mais escolhida pelas pessoas para dormir. Ela ajuda a evitar dores na coluna, uma vez que permanece retal e também pode retardar as rugas em longo prazo. Para dormir de costas da maneira ideal, o travesseiro deve ser alto o suficiente para que a cabeça repouse sem cair para trás. É aconselhável que os braços estejam em posição estendida ou apoiada no peito, se por qualquer circunstância tivermos menos espaço na cama. Isso ajudará os nervos em nossas extremidades a não sofrer tanto.

Nem tudo será vantagem, portanto, não é a posição de dormir mais aconselhável. O maior inconveniente para as pessoas que dormem nessa posição é a tendência de roncar ou ter apneia do sono.


Reprodução: Sitedecuriosidades
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quarta-feira, 20 de junho de 2018

Estudo comprova que o álcool é a causa direta de sete tipos de câncer


Um estudo recente, realizado na Nova Zelândia, afirmou que o consumo de bebidas alcoólicas implica um risco direto para o desenvolvimento de, pelo menos, sete tipos de câncer, entre eles o câncer de mama, fígado e outros. De acordo com a pesquisa, as bebidas estão relacionadas ao risco moderado de ter a doença.

As evidências são fortes e relacionam o álcool com o câncer. Os resultados foram divulgados em um artigo da revista Addiction e foram conduzidos por Jennie Connor, da Universidade de Otago, na Nova Zelândia. Segundo a pesquisa, o álcool é responsável pela morte de cerca de meio milhão de pessoas por câncer. Só em 2012, o câncer foi a causa de 5,8 por cento das mortes em todo o mundo.

A pesquisa encontrou evidências da ligação entre o consumo de álcool e o câncer de boca, garganta, laringe, esôfago, fígado, cólon, intestino e de mama. A equipe responsável afirma que o risco aumenta à medida que a quantidade de álcool consumida também aumenta.

Embora os maiores riscos estejam presentes na vida de pessoas que fazem o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, cidadãos que bebem em níveis baixos também estão em risco. De acordo com Connor, não existe um nível seguro para beber quando se trata de câncer.

Em janeiro, diretores médicos do Reino Unido também afirmaram que nenhum nível de consumo regular de álcool é seguro para as pessoas. Por isso, as diretrizes internacionais reduziram o limite recomendado semanal de álcool para homens para até 14 unidades, o mesmo índice indicado para as mulheres.


Por que o álcool é perigoso para a saúde?



As razões biológicas exatas pelas quais o álcool causa câncer permanecem obscuras. Uma teoria é que o álcool possa danificar o DNA humano, causando mutações prejudiciais.

O álcool provoca comprovadamente sete formas de câncer. Especialistas em saúde apoiam essas conclusões e afirmam que os países devem iniciar mais campanhas de educação, a fim de combater a ignorância pública generalizada sobre a relação estreita entre o álcool e o câncer.

O estudo da Nova Zelândia deve, a médio prazo, influenciar as autoridades de saúde para cobrarem das indústrias a inclusão de rótulos de advertência nas garrafas de bebidas alcoólicas, alertando para o risco de câncer. A partir de agora, existem provas inquestionáveis de que a bebida causa a doença.

Outros estudos também comprovaram que o álcool pode causar ainda o câncer de pele, próstata e pâncreas. Os resultados foram alcançados a partir de avaliações realizadas ao longo dos últimos 10 anos pelo Fundo Mundial de Pesquisa do Câncer, pela Agência Internacional de Investigação do Câncer e pela Organização Mundial da Saúde.

É preciso alertar as pessoas sobre o risco das bebidas alcoólicas. Estima-se que nove em cada dez pessoas ainda não estejam cientes da ligação entre o álcool e o câncer. Essa realidade deve ser transformada com urgência, a fim de preservar a vida de muitos cidadãos que hoje fazem uso regular de bebidas alcoólicas.

Fonte: https://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/estudo-comprova-que-o-alcool-e-a-causa-direta-de-sete-tipos-de-cancer.html
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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Saiba como os mosquitos escolhem a pessoa que vão picar

Os mosquitos adoram picar um corpo quente. Estes sugadores de sangue transmitem doenças diretamente pela circulação sanguínea das pessoas picadas. Todos os anos, cerca de 700 milhões de pessoas acabam contraindo uma doença transmitida por mosquitos no mundo, resultando em mais de um milhão de mortes. E esse número continua crescendo de forma assustadora.

A atual crise de saúde pública em torno do Zika Vírus, doença que é transmitida pelo mosquito da dengue, está causando muita preocupação. Essa é a mais recente ameaça à saúde internacional diretamente relacionada às picadas de mosquitos. Além desse vírus, outras doenças como malária, febre amarela, dengue e encefalite também são transmitidas para a população.

Uma maneira de diminuir a quantidade de picadas de mosquitos é saber o que atrai estes insetos em primeiro lugar. Basicamente, a picada depende do cheiro da pessoa. Os mosquitos têm receptores de odores em suas antenas, e eles podem cheirar qualquer humano dentro de 100 metros.

Outro fator determinante para as picadas é a genética. 85% das pessoas que os mosquitos preferem picar têm uma genética capaz de atrair o inseto. É por isso que eles picam mais algumas pessoas, e menos outras pessoas.

Conheça os principais fatores que fazem de uma pessoa um verdadeiro ímã de picadas de mosquitos:



Exercício e produção de ácido láctico - A pessoa mais suada e com o cheiro mais forte atrai o mosquito. Indivíduos que produzem mais ácido láctico, que é produzido pelas glândulas sudoríparas, são fortes candidatos a receberem picadas do inseto. Quanto mais transpiração, maior será o acúmulo de ácido láctico, o que significa uma refeição saborosa para o mosquito. Por isso, a recomendação é tomar um banho logo depois de malhar e sair da academia.

Bactérias - Nossa pele está literalmente repleta de bactérias. Estima-se que o ser humano médio tenha cerca de um trilhão de bactérias em seu corpo. Os tipos de bactérias que vivem em nossa pele podem variar muito de pessoa para pessoa, e algumas variedades atraem os mosquitos. Pesquisas indicaram que pessoas com mais bactérias dos tipos Staphylococcus e Variovorax presentes na pele sofrem mais problemas com mosquitos.

Tipo de sangue - O tipo de sangue é um fator de risco para picadas de mosquito. Estudos descobriram que as pessoas com sangue Tipo O são mordidas com mais frequência, seguidas por pessoas com sangue Tipo B e Tipo A.

Dióxido de carbono - Os mosquitos são atraídos pelo CO2 que o ser humano expira. Indivíduos que produzem mais CO2 podem ser picados com mais frequência, como mulheres grávidas e pessoas com excesso de peso. Os bebedores de cerveja também podem ser mais picados, já que respiram de forma mais pesada e lenta sob o efeito da bebida.

Fonte: Sitedecuriosidades
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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Perda da biodiversidade pode ocasionar em extinção em cascata

Uma pesquisa realizada mostrou que a perda da biodiversidade pode ocasionar em “extinção em cascata”, ou seja, a perda de uma espécie pode levar a um efeito dominó e diversas outras espécies irem se extinguindo também.

Os pesquisadores da Universidade de Exeter mostraram que as cascatas de extinção podem fazer com que as espécies desapareçam de forma mais rápida, pois se uma espécie entra em extinção, uma outra é “colocada” no seu lugar, justamente para que possa preencher esse espaço que ficou vago com o sumiço da outra espécie. [Veja o estudo.]

Mesmo que a perda de uma espécie não cause diretamente a sua extinção, o estudo mostrou que isso pode levar a comunidades ecológicas mais simples a correrem risco maior de “extinção em cascata”, justamente com a perda de milhares de espécies

Com os números da extinção das espécies sempre altos, e a grande quantidade de espécie que está sob ameaça devido à atividade humana, os resultados desses estudos são mais para avisar a todos sobre a consequência da diminuição da biodiversidade. 

“É importante que as espécies interajam entre si, justamente porque aí está presente a estabilidade do ecossistema”, informou o Doutor Dirk Sanders, do Centro de Ecologia e Conservação, do Campus Penryn da Universidade de Exeter, em Cornwall. “É porque as espécies estão interligadas através de múltiplas interações, se uma espécie sofrer algum impacto, a outra espécie poderá sofrer também”.

“Era previsto que as redes alimentares mais complexas serão menos vulneráveis à extinção em cascatas, porque nelas existe uma chance maior de que outras espécies possam pisar e frear os efeitos da perda de espécies”.


No nosso estudo, usamos comunidades de plantas e insetos para testar essa previsão, com isso, mostramos a todos o que estamos relatando nesses estudos.”

Num dos estudos realizados, os pesquisadores tiraram uma vespa e descobriram que isso fazia com que outras espécies entrassem em extinção secundária. Essas espécies eram indiretamente ligadas ao mesmo nível de rede alimentar. 

Esse efeito foi percebido muito mais nas comunidades mais simples do que para a mesma espécie em uma rede alimentar mais complexa. 

O doutor Sanders disse mais: “nossos resultados demonstram que a perda da biodiversidade pode aumentar a vulnerabilidade dos ecossistemas às extinções secundárias que, quando ocorrem, podem levar a uma maior simplificação, causando extinções em cascata”.

O estudo, apoiado pela Universidade francesa de Sorbonne, foi publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences. A matéria na qual o artigo está sendo publicado vem com o título: “A redundância da teia trófica reduz a vulnerabilidade das extinções em cascata”. 

Como funcionam as extinções em cascata?


A perda de um predador pode iniciar uma cascata, como no caso de lobos, onde sua extinção em uma montanha pode causar um grande aumento no número de cervos. Este número maior de veados, em seguida, come mais vegetal do que teria comido antes. Esta redução da vegetação pode causar extinções em qualquer espécie que também dependa das plantas, mas são potencialmente menos competitivas, como coelhos e insetos.


Reprodução: Sitedecuriosidades
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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Mudança no clima faz com que os morcegos migrem mais cedo

Tudo começou quando estava sendo estudada a maneira de como monitorar com segurança as colônias migratórias. Isso revelou uma grande descoberta, pois a mudança do clima está fazendo com que os morcegos migrem mais cedo e, em alguns casos, não façam a migração.

No passado foi relatado como as mudanças climáticas estavam afetando a vida selvagem ao redor do mundo: causando extinção no rato australiano, mudando os hábitos de algumas espécies, para que estas consigam sobreviver.Com tanta mudança, não é de se espantar que os morcegos estejam na lista dos animais afetados pelo clima sempre em mudança, pois eles são seres que costumam viajar para lugares quentes quando as temperaturas começam a cair.



Os morcegos, quando viajam, costumam ir em bando, contem mais de um milhão deles. Uma ideia de como é feita essa viagem é que os morcegos mexicanos, quando migram do México para a Gruta Bracken, no Texas, o tamanho do bando é tão grande que pode ser rastreado usando um radar meteorológico.

Dois meteorologistas da Rathamsted Research do Reino Unido, Phillip Stepanian e Charlotte Wainwright, estudaram recentemente a migração dos morcegos ao analisar durante anos de dados de radar meteorológico. A pesquisa foi publicada na revista Global Change Biology, revelando que esses morcegos estão migrando para o Texas muito mais cedo do que em décadas anteriores.

“Nós descobrimos que os morcegos estão migrando para o Texas aproximadamente duas semanas antes do que era há 22 anos. Eles chegam agora, em média, em meados de março, em vez de no final de março”, afirmou Wainwright.

Além desse fator, desde 2017, cerca de 3,5% da população de morcegos permanece no inverno. Stepanian afirmou que as mudanças climáticas estão fazendo com que a primavera comece mais cedo, o que faz com que os insetos se mudem para o Texas mais cedo, dando aos morcegos algo para comer sempre ter a necessidade de migrar.

“Para nós, esse tipo de acontecimento afirma que as condições de inverno estão se tornando mais toleráveis para os morcegos, o que faz com que eles, ao invés de irem para o sul, prefiram não sair do Texas”, continuou Stepanian.

Com isso, espera-se que este ciclo seja interrompido e tenha um impacto natural no número de morcegos a serviço o controle de pragas, graças ao seu enorme consumo de insetos, em outras partes do país. Isso poderia fazer com que as culturas locais falhassem devido ao número de insetos remanescentes na área, o que poderia levar ao aumento de pesticidas e, consequentemente, mais mortes de abelhas.

Para piorar, uma mudança nos padrões de migração de morcegos poderia alterar a sua capacidade de reprodução. Os morcegos fêmeas produzem um filhote de cada vez, e confiam que a traça do milho será suficiente para alimentá-los. Se a mudança climática altera o ciclo de vida da traça, os morcegos terão que procurar outra fonte de alimentos.

O morcego mexicano de cauda livre não está sozinho. Outras espécies estão sofrendo com as mudanças climáticas, fazendo migração cedo, como o Bastão Pipistrelle de Nathusius no Reino Unido, os morcegos femininos na Índia e em todo o leste dos Estados Unidos e diversas espécies da Floresta Amazônica.

"Nosso objetivo inicial foi apenas mostrar que os morcegos poderiam ser monitorados remotamente sem perturbar a colônia", disse Stepanian. "Não esperávamos ver nada digno de nota. Os resultados foram surpreendentes."

Reprodução: Sitedecuriosidades
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quarta-feira, 9 de maio de 2018

Você é capaz de criar sua própria realidade através da emoção

Por essa alguns nem esperavam, até mesmo a ciência, que surpreendeu uma equipe de pesquisadores que desenvolveram uma série de experimentos, alguns em laboratório, com o intuito de comprovar que o ser humano é capaz de criar/modificar a sua própria realidade de acordo com as emoções que ele sente, e saiba que tudo isso tem a ver com o DNA humano.

Mas, como isso acontece? Onde o DNA se encaixa nessa história? Quais foram os experimentos feitos pelo grupo de cientistas e por que chegaram a essa conclusão? Bem, a resposta para essa e outras perguntas que devem ter surgido na sua mente estão aqui neste post. Fique com a gente e saiba o porquê de você ser capaz de mudar a sua própria realidade através de suas emoções. Vamos lá!

O experimento
Um grupo de cientistas se reuniu e fizeram dois experimentos testes, o objetivo era saber apenas como os objetos estudados se comportariam em algumas situações, mas o resultado foi extremamente surpreendente, até mesmo para eles.

Eles levaram em conta que quando o ser humano sente alguma emoção específica, todo o seu corpo age de maneira a se adaptar aquele estado de espírito. Isso é algo comprovado cientificamente, envolvendo o cérebro, coração e diversas partes do corpo. Por isso, tiraram amostras de células do corpo e observaram como elas se comportavam.



No primeiro experimento eles isolaram o DNA de uma determinada pessoa em um recipiente e depois colocaram esse recipiente em um local distanciado do seu portador. Ou seja, o dono do DNA ficou longe desse frasco por uma distância considerável.

A partir daí os cientistas submeteram a pessoas dona do DNA do frasco a estímulos emocionais, como felicidade ou tristeza, e perceberam que a molécula de DNA que estava no frasco, mesmo a certa distância e ainda fora do corpo, conseguiu captar a mensagem e se comportou de maneira conjunta.

Aconteceu basicamente o seguinte: quando o dono do DNA posto no recipiente era submetido à estímulos emocionais negativos o DNA se contraia e quando as emoções eram o contrário, positivas no caso, o DNA que estava no frasco relaxava.

Se sentindo bastante embasbacados os cientistas acabaram por ter de afirmar que “a emoção humana produz efeitos que desafiam as leis convencionais da física”, uma vez que o DNA do frasco conseguia entrar em contato com o corpo humano de onde foi retirado, mesmo a distância, e sentir as suas emoções.

Já no segundo experimento eles tentaram ver o comportamento de glóbulos brancos à estímulos emocionais de seus portadores. Perrceberam a mesma reação do 1° experimento, o DNA respondendo na mesma hora que o corpo reagia aos estímulos emocionais, mesmo que em grande distância e em salas separadas.

Conclusão e possível explicação para o fenômeno

Os cientistas concluíram que o DNA é capaz de se comunicar além do espaço e do tempo, de forma correta e no mesmo momento que o corpo de seu portador sente os estímulos emocionais.

E, como isso se aplica a questão de moldar a realidade? Bem, é o seguinte: O que vemos são fótons juntos a nossa visão, que formam as formas que enxergamos, e os cientistas submeteram o DNA aos fótons no vácuo e viram que eles tomam a forma do DNA quando esse é inserido, fazendo-nos levar em conta que quando estamos tristes nossa DNA se comprime e os fótons de nossa visão seguem a mesma configuração, fazendo-nos ver aquele dia triste, sem cor e com aspecto escuro e fosco.
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sábado, 21 de abril de 2018

Cientistas anunciam nova espécie humana-ovelha híbrida

Cientistas idealizaram uma experiência de unir dois seres de espécies diferentes e mostraram o resultado. Se da primeira vez a experiência se deu entre um porco e um homem, dessa vez o experimento foi entre um homem e uma ovelha.

A primeira tentativa de unir um animal a um homem se deu com um porco. Após ver que a experiência foi bem sucedida, os cientistas quiseram aumentar o seu campo de estudo e análises e resolveram testar a mistura de um homem com uma ovelha.

Essa experiência está sendo possível através da fundição do embrião ovino com células-tronco humanas.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Stanford produziu o último resultado na polêmica prática de crescimento de uma espécie híbrida. Desta vez, a união foi do embrião da ovelha com as células-tronco do homem.

A experiência com ovelha e homem foi baseada na criação da primeira espécie híbrida, homem e porco, realizada pela Universidade da Califórnia, no ano de 2016. O intuito da pesquisa foi verificar se os órgãos humanos poderiam ou não ser cultivados em outra espécie.

A equipe de Stanford estava explicando a sua escolha pela ovelha, baseado no fato de que o animal possui os órgão com quase o mesmo tamanho dos homens, Portanto, o experimento em vitro seria mais fácil com ovelhas do que com porcos. Uma vez conseguida a união, os órgãos humanos poderiam ser utilizados para transplantes, apresentando, assim, uma solução para a lacuna entre a oferta de demanda e a solicitação de transplantes de órgãos em todo o mundo.

“É evidente que o intuito deste experimento é saber se poderemos utilizar tecnologias de células-tronco e de modificação de genes para gerar novos tecidos e órgãos humanos geneticamente correspondentes e estamos todos confiantes de que conseguiremos êxito com essa nossa experiência” disse o Professor Juan Carlos Izpisua Belmonte no ano passado. 



Segundo Belmonte, em especialista em modificação de genes, já pesquisou a provável geração de células e tecidos humanos em porcos e gados, além de ter desenvolvido um pâncreas, coração e olhos de rato num ratinho em desenvolvimento. Essa pesquisa foi publicada na revista Cell no ano passado.

Até o presente momento, não há nenhum documento publicado detalhando o último experimento da equipe de Stanford. O trabalho só foi discutido numa única apresentação, na reunião da Associação para o Avanço da Ciências que aconteceu no Texas, esta semana.

Embora seja algo fascinante, é de se notar que os pesquisadores não produziram uma ovelha completamente desenvolvida, nem o experimento utilizou de células-tronco humanas em grandes quantidades.

Na realidade, apenas 0,01 por cento das células embrião do carneiro eram humanas. Seria necessário estimar um por cento das células-tronco humanas para desenvolver órgãos humanos. Além disso, o porco-humano, que foi o precursor deste experimento, teve seus embriões de ovinos e humanos destruídos cerca de 28 dias depois.

À medida em que as experiências vão avançando, pode-se esperar que diversas pessoas irão falar. Algumas serão contras, outras a favor. Esse estudo poderia ferir a esfera ética, mas não se pode negar os benefícios que poderiam surgir com isso.

Só nos Estados Unidos, 22 pessoas morrem todos os dias esperando da fila dos transplantes. Estimular novas fontes de produção de órgãos seria interessante, ainda mais para aqueles que aguardam um bom tempo nessas filas.
Reprodução: FonteDeCuriosidades
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