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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Sete dicas da neurociência para ajudar a melhorar a sua concentração

Neurociência é todo o tipo de investigação sobre o sistema nervoso. Como ele se desenvolve, como ele funciona como ele é parecido e diferente entre indivíduos e espécies. E até como ele deixa de funcionar. Avanços teóricos recentes na neurociência têm sido auxiliados pelo estudo das redes neurais  e processamento de informações que tornam-se modelos de investigação com tecnologia biomédica e/ou clínica. Mas a concentração é um dos assuntos com o qual mais se busca a explicação dos neurocientistas. Como conseguir se concentrar com tanta distração por todo lado?

1 – Escute música (mas não a sua favorita)
Ouvir música pode ajudar a trazer relaxamento e concentração, além é claro de bloquear os ruídos presentes no ambiente. Antes de montar seu repertório também é preciso ter outro cuidado: não escolha nenhuma música que você adore ou odeie. Pesquisadores de Taiwan descobriram que sentimentos extremamente positivos ou negativos pela playlist tiram o seu foco. A melhor alternativa é escolher músicas que para você sejam um pouco indiferentes.
 2- Mantenha-se hidratado e bem alimentado
Ter sempre algum alimento no estômago é indispensável para manter a concentração nos estudos. Não precisa ser nada muito abundante, basta um suco ou uma fruta no intervalo entre as principais refeições. Fundamental é fornecer ao seu organismo energia satisfatória para exercer o trabalho. Estar hidratado com água também é extremamente essencial para manter o cérebro funcionando velozmente.

3- Movimente-se!

Praticar exercícios físicos assiduamente não é importante somente para uma vida longa e saudável. De acordo com uma pesquisa da University of Illinois, a prática aeróbica desenvolve partes do cérebro relacionado à atenção e à memória. Os benefícios já podem ser sentidos a curto prazo. Segundo um pesquisador ouvido pela ABC News, a rapidez de processamento de informações aumenta após meia hora de exercícios moderados, como uma caminhada na esteira.
 4- Procure meditar
Esvaziar a mente pode ser difícil, ainda mais em tempos cheio de tecnologia e informação, porém os benefícios são enormes para as suas funções cognitivas. Segundo pesquisadores americanos, a análise do córtex cerebral de praticantes de meditação, mostra que a prática aumenta a capacidade de fixar a atenção, além de favorecer a memória e facilitar a tomada de decisões.

5- Durma o suficiente

Segundo o médico norte-americano Daniel Amen,  pessoas que dormem ao menos sete horas por noite têm atividade cerebral consideravelmente superior à daquelas que passam menos tempo dormindo. Tirar pequenas sonecas também pode ajudar a concentração durante o dia. Segundo um estudo conduzido por pesquisadores australianos, jovens adultos que dormem por 90 minutos após do almoço experimentaram ganhos em memória e capacidade de aprendizado.
 6- Escreva à mão
Com a tecnologia presente em todos os lugares, muitas pessoas esquecem o papel e a caneta. Porém há uma enorme vantagem em anotar suas ideias usando o método antigo.
Segundo pesquisadores das universidades de Princeton e da Califórnia, quem escreve informações à mão tem maior facilidade para compreendê-las e memorizá-las do quem as digita. O por quê? O processamento de dados ocorre de forma mais superficial ao se usar o teclado, diz o estudo.

7- Faça intervalos

De acordo com a professora Carla Tieppo, da Santa casa de São Paulo, nosso cérebro consegue se fixar num único objeto por no máximo uma hora. Depois esse prazo, o mais indicado é dar uma pausa de até dez minutos para levantar e tomar um café. A bebida trás um benefício extra: ingerir cerca de 230 mL de café diminui a possibilidade de distrações, dizem pesquisadores austríacos. [diariodebiologia]

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terça-feira, 26 de abril de 2016

Qual a melhor maneira de estudar: sozinho ou em grupo?

A verdade é que não existe uma palavra final quando se trata de uma questão em que as individualidades devem ser respeitadas. Portanto, para responder a essa pergunta tão comum dos estudantes é necessário que o candidato faça uma breve reflexão.
É importante analisar o seu comportamento e o desenvolvimento do estudo quando se está sozinho, comparando-o com o estudo em grupo. Para auxiliar nessa análise, deve-se considerar alguns aspectos relevantes de aproveitamento, tais como a capacidade de se manter concentrado, a motivação e a produtividade em ambas situações. Após analisar esses três pilares relevantes, haverá um bom diagnostico de qual método é mais eficiente para você.
Para ajudar na sua reflexão, exemplifico situações corriqueiras do dia a dia que vivencio como professor.
Pessoas que preferem estudar sozinhas afirmam conseguir se manter focadas e concentradas com maior facilidade e por um período maior de tempo. Em contrapartida, essas mesmas pessoas encaram como desvantagem o rotineiro desvio de atenção e procrastinação, haja vista não haver ninguém para acompanhar a evolução dos seus estudos.
Em um estudo coletivo, têm-se como pontos favoráveis um melhor aproveitamento na medida em que, ao ensinar os colegas, fixa-se com mais facilidade o conteúdo em questão, sendo igualmente importante o estímulo que um estudante passa para o outro. Nesse contexto, observam-se melhoras inclusive no alívio das tensões típicas dessa fase. Contudo, não se pode esquecer da importância da concentração e do foco durante o estudo, de forma a se tomar cuidado para não se dispersar e desperdiçar o tempo, prejudicando a produtividade.
O fato é que sozinho ou em grupo temos que estudar sempre. Então, bom trabalho!
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sábado, 9 de abril de 2016

Mercadante lança "MECFlix" e material gratuito de estudos para o Enem


O MEC (Ministério da Educação) lançou nesta terça-feira (5) a plataforma "Hora do Enem", com vídeos e material online gratuito para os alunos do ensino médio estudarem para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Os interessados já podem acessar o conteúdo no site http://horadoenem.mec.gov.br.
O material é direcionado aos alunos de escola pública, mas pode ser acessado por qualquer candidato ao Enem.

Os estudantes poderão assistir às aulas das disciplinas em que eles precisam melhorar, por meio de uma biblioteca online, que recebeu o nome de "MECFlix". Além das aulas online, os alunos poderão assistir a uma aula sobre Enem diariamente na TV Escola, às 18h.

O sistema também vai oferecer simulados online, direcionados aos alunos que estão no 3º ano do ensino médio. O MEC divulgou as datas dos simulados: 30 de abril, 25 de junho, 13 de agosto e 8 e 9 de outubro.
A prova será corrigida como o Enem, com o TRI (teoria de resposta ao item). No dia do simulado, a plataforma será aberta à 00h e fecha às 20h. Quando começar a resolver o exame, o estudante tem quatro horas para finalizá-lo. 
Assim que terminar o simulado, o estudante vai saber qual nota tirou, qual é a nota de corte do curso que deseja e quanto falta para atingi-la. Também vai receber um plano de estudos atualizado. 
As inscrições para o primeiro simulado já estão abertas na plataforma da Hora do Enem. Os estudantes que não têm acesso à internet podem ir de 11 a 15 de abril a uma instituição pública definir um local para fazer a prova.  
O ministro da Educação afirmou que, "se o candidato ao Enem estudar 2h30 por dia de acordo com a orientação do diagnóstico da plataforma, a melhora no Enem é da ordem de 30%".
A presidente Dilma Rousseff participou da cerimônia de lançamento da plataforma. "É um programa para as Jéssicas, homens e mulheres do nosso país", afirmou a presidente fazendo referência à personagem do filme "Que horas ela volta?". "Nós temos de garantir que as Jéssicas do nosso país tenham oportunidades", concluiu. [UOL educação]
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